sábado, 17 de dezembro de 2016

Renan Calheiros e os congressistas do PMDB, PSDB E DO PP trocaram com o STF, a impunidade deles pela extinção da Pec do Abuso de Autoridade...

Renan e os congressistas do PMDB, do PSDB e do PP trocaram com o STF, a impunidade deles pela extinção da Pec do Abuso de Autoridade...

O esmagamento do valor dos salários nesses 20 anos quebrará mais de 50% das empresas pequenas e médias ainda resistindo.

por Langstein de Almeida Amorim
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Langstein de Almeida Amorim, Advogado

Marcos Pires:
O senador Roberto Requião denunciou de público que o STF, sob o comando do senhor Gilmar Mendes, trocou a impunidade de Renan Calheiros e de todos os congressistas do PMDB, do PSDB, do PP e dos pequenos partidos que apoiam Temer, pela extinção da PEC do ABUSO DE AUTORIDADE.
O senador Requião foi o relator dessa PEC e estava revoltadíssimo por ter sido feito de trouxa por Renan e os outros membros da Mesa do Senado.
Sujeitos à punição do STF, só ficaram mesmo os congressistas do PSOL, do PCdoB e do PT.
Marcos Pires, será que Papai Noel, na Noite de Natal, não poderia roubar esse presentaço trocado entre o STF e o Congresso Nacional?!
Agora o Moro não mais poderá enganar os brasileiros perseguindo o pessoal do PT e fazendo de conta que iria também atacar os corruptos dos partidões que estão desmontando o patrimônio implantado por Getúlio Vargas e os direitos sociais criados por Lula da Silva.
A elite financeira vitoria por todos os quadrantes, com seu governo Temer e seus congressistas totalmente impunibilizados. Só nós classe-média e os baixa-rendas é que estamos perdendo todas, depois de reverenciar com nosso voto municipal, o governo Temer e os partidões PMDB, PSDB, PP e os pequenos partidos elitistas que são ventríloquos dos grandes.
Quando é que nós vamos aprender a dar um voto revolucionário em favor de um Novo Brasil. O voto revolucionário acontece quando nós elegemos o presidente da República e 2/3 do Congresso Nacional em favor da proposta de um Brasil social-nacionalista. Com essa maioria o governo nacionalista tem força para aprovar uma nova Constituição que reinvista todos os tributos do trabalho na revolução do social e na valorização dos meios-de-produção nacionais.
Nós demos um voto revolucionário em favor do Estado elitista atual, elegendo 2/3 dos congressistas que elegeram Temer e só aprovaram até o momento, leis em favor de branqueiros e suas filiais estrangeiras.
Nossa burrice eleitoral tem arrasado com nosso Brasil! Nós nos defendemos argumentando que não existe escola para nos ensinar a votar. O jeito mesmo é aprender a votar com a Globo, que ganha bilhões da banqueirada, vendendo nossa cegueira política.
A gente nunca teve coragem de dar um voto revolucionário em favor do Brasil social-nacionalista. A gente elegeu Lula, mas em contrapartida, elegemos um Congresso com mais de 2/3 de parlamentares elitistas. Lula deu nó em pingo dágua para aprovar leis criadoras de direitos sociais. Ainda no princípio do governo Lula, esse Congresso extremamente corrupto e descaradamente venal, revogou o imposto dos ricos, consubstanciado na lei do cheque, desfalcando os benefícios sociais em cerca de 50 bilhões de reais por ano.
Até hoje a lei tributária dos ricos continua na lata de lixo do Congresso dos Renan, dos Ronaldo Caiado, dos Jucá, dos Bolsonaro e de mais de 2/3 de carcaças morais, de parlamentares como esses ratos que infestam os assentos dessa Casa que deveria ser defensora do bem-estar coletivo.
A lei 9.249, sancionada por FHC e reformada em janeiro de 2016, isenta de imposto de renda os lucros das filiais estrangeiras e os dividendos de seus acionistas, residentes ou domiciliados no país ou no exterior. Anote-se que as filiais estrangeiras também estão isentas de pagar a CSLL (contribuição sobre lucro líquido), que seria uma formidável fonte de renda da Seguridade Social. Só essa vertente contributiva deixa de pagar por ano, o suficiente em bilhões de reais, que daria para tapar o rombo que o governo faz na Previdência, para suplementar os juros mais altos do mundo, pagos pelos títulos da dívida pública, 95% em mãos de banqueiros estrangeiros.
Marcos Pires: Como seria bom que Papai Noel pusesse em seu saco vermelho, essa lei casuística, anti-nacional e de lesa-pátria, e saísse correndo para colocá-la à disposição dos legisladores, como papel higiênico, nos sanitários do Congresso Nacional.
Faz 52 anos, a partir da ditadura de 1964, que nós classe-média e povão estregamos a economia brasileira ao comando total da elite financeira com suas filiais estrangeiras, exploradoras do filé de vendas do mercado brasileiro, com a prerrogativa de não pagarem imposto algum. Se o imposto é a parte social do preço das mercadorias e essas privilegiadas não o pagam, sua atuação no país é anti-social, nada deixando para ser investido em infraestrutura e benefícios sociais. Eis uma das causas gritantes da crise financeira do Estado elitista de hoje...
Enquanto esses favorecidos, acionistas e filiais estrangeiras, nada pagam de imposto, o governo Temer e os 2/3 de nossos congressistas aprovam a PEC DO TETO DOS GASTOS PÚBLICOS por 20 anos, sob o argumento de que as receitas públicas estão caindo sistematicamente.
Essas estrangeiras são dominadoras de mais 60% do mercado brasileiro. Se pagassem imposto como pagam em seus países, o aumento da receita daria para atender os gastos com os juros da dívida e com investimentos sociais e materiais. É inconstitucional umas entidades pagarem imposto e outras não. As que pagam imposto sofrem um concorrência esmagadora das que nada pagam de tributo. É por isso que o parque industrial brasileiro tornara-se incapaz de exportar produtos de valor agregado.
O Brasil, sob o poder das estrangeiras que começaram a dominar a economia desde a ditadura de 1964, foi reduzido a um país exportador de produtos primários: soja, café, algodão, cacau, açúcar, milho, feijão, arroz e outras commodities de pouco valor. A culpa, por nosso Brasil está reduzido a uma República das Bananas, é toda nossa, classe-média individualista e despolitizada, e do povão que vai na conversa injuriosa da Globo e suas afiliadas.
Nossa esperança é saber que a China, antes da Revolução de Mao Tsé-Tung em 1949, teria sido como nosso Brasil de hoje, um território imenso saqueado por estrangeiros.
Essa PEC significa que daqui a 20 anos, os gastos com educação, saúde, segurança e salários terão o mesmo valor monetário de hoje. Com exceção de juízes, promotores, legisladores, governantes e ministros, quem ganha atualmente 4 mil, ou o salário-mínimo de 950 reais, daqui a 20 anos continuará recebendo o mesmo valor de compra da atualidade. Essa é uma forma de generalizar a miséria, pela negação de se ajustar o valor dos salários pelo valor das mercadorias de consumo básico.
Por essa lei, feita a capricho pelo Fundo Monetário Internacional, os gastos de 2017 serão ajustados pela inflação do ano de 2016. Nessa passagem, já existe uma defasagem de um ano no reajuste dos salários. Quanto maior for a redução na massa salarial de consumo, maior será a recessão da economia. O processo de produção capitalista realiza valores-de-uso para consumo e nunca, para ficar em exposição nas vitrines. A livre iniciativa não investe para ativar o consumo. Investe para atender a procura preexistente, expressa na alta dos preços das mercadorias em falta.
Roosevelt aumentava os impostos dos ricos para ativar os investimentos privados, investindo em salários, para fazer estradas, construir escolas, etc.
Para agravar a situação dos trabalhadores, o quanto da inflação é calculado pelo IBGE, um órgão do governo sem qualquer independência para oferecer uma porcentagem de inflação merecedora de fé pública. Se esse governo elitista não quisesse afanar o valor dos salários, pela redução artificial da inflação do ano anterior, teria confiado o apurado da inflação ao DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-econômicos).
Só Papai Noel salva o achatamento salarial dos trabalhadores, lançando areia nos olhos dos que vão aplicar o famigerado TETO DOS GASTOS PÚBLICOS!

terça-feira, 1 de novembro de 2016

O CADÁVER POLÍTICO DE LULA ASSOMBRA OS SAQUEADORES DA ECONOMIA NACIONAL!

O CADÁVER POLÍTICO DE LULA ASSOMBRA OS SAQUEADORES DA ECONOMIA NACIONAL!
por Langstein de Almeida Amorim
O sistema financeiro que assalta o atual Estado Elitista, derrubou o governo Dilma, com o empenho da mídia escrita e falada sob o comando da Globo.
A mentira e a infâmia foram os instrumentos verbais da gangue de banqueiros que usam o território brasileiro como os narcotraficantes se utilizam de morros e favelas para extrair lucros mirabolantes dos dependentes infortunados.
As televisões foram os órgãos principais de divulgação das campanhas difamatórias... A Globo dispõe do poder de transformar 'santo em satanás e satanás em santo', e ela usa sua máquina infernal em proveito de ganhos multimilionários...
Os mandatários dessa máfia de banqueiros, adotam o método nazista contra alvos selecionados. Essa tática leva os policiais neo-nazistas a fazerem valer suas acusações infundadas muito mais  do que os títulos de propriedade registrados em Cartório. Por esse método, qualquer cidadão está passível de ser acusado de crime que não cometeu. A defesa dos acusados exibe títulos de propriedade em nome do legítimo dono do imóvel. Isso nada adianta. O Ministério Público engajado grita que sua convicção vale mais do que os títulos de propriedade sujos, enlameados pela corrupção.
O sistema judicial aceita as denúncias e qualquer cidadão, por mais inocente que seja, é condenado e lançado no inferno 'de quem não tem pra quem apelar'. Os tribunais superiores rejeitam de plano a tentativa da vítima de provar sua inocência. Estamos em plena ditadura do judiciário que legitima a degradação da economia nacional para o exercício do surripiamento das classes sociais pelos banqueiros e pelas firmas estrangeiras prestadoras de serviços públicos.
Lula e sua família foram infernizados pelas engrenagens monstruosas dos golpistas que se apropriaram do Estado para favorecer juros estratosféricos aos banqueiros e negociatas gigantes aos participantes desse acometimento de lesa-pátria.
O filho de Lula saiu de um ambiente hostil a ele e sua família, e foi para o Uruguai. Imediatamente a máquina nazista dos golpista divulga pelas antenas da Globo que Lula é suspeito de ser dono de um palacete em Montevideo.
Lula está pagando o preço de ter confiado na solidez da democracia brasileira. Por falta de coragem pessoal, não fez como Erdogan  na Turquia e nem como faz o presidente Nícolas Maduro na Venezuela.
Lula está pagando caro não ter sido o candidato a presidente em 2014, permitindo à senhora Dilma continuar esbanjando traição ideológica, incompetência administrativa e prepotência pessoal.
A índole de Lula é de um pacifista nato. Ele sempre procurou resolver os conflitos pelo caminho da paz. Lula seria o cordeiro tentando acalmar os tigres excitados pelos bilionários lucros fáceis.
A missão de Lula, como depositário da confiança dos trabalhadores num Estado social-nacionalista, levá-lo-ia a ter armado um dispositivo anti-golpista. Para tomarem o poder, os golpistas violaram várias vezes a Constituição do país. Como não havia um plano B' anti-golpista, nada foi feito. Em decorrência disso, hoje Lula amarga uma perseguição impiedosa e nós trabalhadores assistimos indefesos nossas conquistas sociais serem revogadas, a pretexto da urgência de um ajuste fiscal que favorece em cheio a ambição desenfreada da banqueirada estrangeira.
Com o sistema Globo entortando a cabeça do eleitorado, juntamente com um Congresso maciçamente anti-nacional, fica difícil aos trabalhadores de todas as classes, retomarem o comando do Estado brasileiro. Mais difícil fica ao sabermos que a ditadura do judiciário está processando qualquer petista que possa ser candidato em 2018. O governador de Minas encontra-se crivado de processo para o fim especial de inviabilizá-lo como candidato a presidente da República.
Enquanto a Constituição é manchada a todo momento, a Globo festeja com palavras doces a candidatura do senhor Alckmin a presidente do Brasil. Isso seria a continuidade do governo Temer...
Os votos em branco, nulo e as abstenções foram em maior número do que os votos dos eleitos no 2º Turno. Essa passagem reduz a zero a legitimidade dos eleitos.
O silêncio de Lula faz os golpistas tremerem de medo de perder a chave do cofre do governo federal. O cadáver político de Lula assombra os saqueadores da economia nacional. Por isso, a rede Globo, a Lava Jato, o Ministério Público engajado e a ditadura do judiciário continuam batendo no corpo do morto, temendo o milagre de sua ressurreição política. Temos certeza de que seria a melhor solução para os golpistas em caso de desgaste político total. Lula voltaria ao poder tratando a todos com pão de ló e papa de aveia. Ninguém seria punido pelo empobrecimento brutal do Brasil. Lula não seria um Erdogan da Turquia e nem um Nícolas Maduro da Venezuela. Lula agiria assim como um franciscano elevado ao poder... Não se mata cobra cascavel com palmadas e água morna.

sábado, 8 de outubro de 2016

A NATUREZA PASSOU MILHÕES DE ANOS PARA FAZER VINGAR O GALO-DE-BRIGA INTELIGENTE NA TERRA...




A natureza passou milhões de anos para fazer vingar o galo-de-briga sobre a terra.

A Constituição proíbe qualquer ato de extinção de qualquer espécie...

Langstein de Almeida Amorim, Advogado
há 8 horas
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Senhor Caio Agra:
V. Sª não teve tempo de se aperceber de que a locução substantiva: "maus-tratos", só se configura por atuação do homem sobre os animais. A queda do boi nas vaquejadas sofre o efeito da força do homem sobre a cauda do animal até derrubá-lo, de cima de seu cavalo. O ato é varonil! Requer liberalidade e não, proibição...
A tourada espanhola se caracteriza pela luta do boi contra o toureiro, que por perícia, deve matar a fera. Às vezes, a fera de chifres mata o homem armado de espadas e choupas profissionais.
No combate de dois galos, é um contra o outro, com o mesmo peso e mesmo tamanho, disputando a vitória em quatro aguadas de 15 minutos por 3 de descanso.
O combate de dois galos nascidos para a refrega se assemelha muito às disputas do UFC, dois homens de mesma altura e peso disputando em três ou cinco aguadas, o cinturão de campeão da categoria.
No UFC e nas corridas-de-cavalos, as apostas são permitidas tanto quanto nas brigas-de-galos, por essas modalidades esportivas não integrarem os jogos de azar que dependem da sorte, decidida na roleta.
O galo-de-briga foi uma criação da natureza através de milhões de anos. A evolução da espécie foi lenta devido aos pintos se engalfinharem até a morte logo nos três primeiros meses de vida. Com a interferência do homem, administrando a separação desses brigões natos, a espécie evoluiu muito, principalmente no Japão que exporta reprodutores de valor acima de 50 mil reais.
Se o esporte de galos-de-combate fosse proibido, a raça já teria sido extinta. Essa raça que luta só pela vitória, sem qualquer remuneração, necessita dos cuidados dos aficionados, para que continue a existir sobre a terra.
Por conta de que crueldade nós teríamos de destruir o esforço da natureza para sustentar na terra, a vida do galo-de-briga?
Constituição proíbe qualquer ato de extinção de qualquer espécie, razão pela qual a briga-de-galo foi regulamentada em rinhadeiros, desde a civilização egípcia.
Os generais romanos exibiam para seus soldados, a valentia de dois galos disputando a vitória, a fim de que seus praças concebessem o exemplo dessas aves intimoratas e inteligentes tanto quanto os heróis do UFC.
Os senhores de escravos proibiam terminantemente que os escravos assistissem às brigas-de-galos, justamente para que não saíssem do trabalho forçado. Essa decisão interesseira dos senhores feudais impôs o surgimento do preconceito contra o galo-de-combate, que perdura até hoje no caráter das pessoas mais fragilizadas.
Frente à homofobia e ao racismo, o preconceito contra o galo-de-briga é o muito tênue. Nos países onde nunca houve escravidão, não existe preconceito contra a briga-de-galo...
Devemos destruir, isto sim, qualquer preconceito contra qualquer espécie, inclusive contra a humana com suas minorias discriminadas...

domingo, 18 de setembro de 2016

  1. A FENAJUFE FERIU O CORAÇÃO DO DIGNO TRABALHADOR LULA DA SILVA...
  2. por Langstein de Almeida Amorim

A Fenajufe, que representa duas classes importantes de honestos trabalhadores do judiciário e do Ministério Público, estava com os ouvidos abertos para o anuncio das retumbantes vitórias dos atletas paraolímpicos. Talvez a Fenajufe estivesse cochilando no instante em que Lula se defendia do show bem verbalizado pelo talentoso orador, o Procurador doutor Dellagnol.

  1. Lula não pronunciou uma só palavra contra qualquer classe de trabalhador, nem no último pronunciamento e nem em qualquer de seus discursos ao longo de sua carreira política. Sua vida foi elevar os direitos de seus colegas de classe.

  2. Em 1980, esteve preso pela ditadura, necessariamente por defender o direito de greve em monstruoso comício na cidade de São Paulo.
  3. Como poderia ser contra qualquer classe de trabalhadores, o único presidente, no pós ditadura, que valorizou os salários por força do  crescimento da economia e o mínimo,  por cuidadosos decretos anuais?

  4. Não! Houve um grande equívoco. A Fenajufe quis protestar contra a armação do Golpe-Judicial contra os direitos políticos de Lula.

  5. A Fenajufe exibe em seus anais, significativas vitórias em favor de seus associados. Ela nunca iria romancear as palavras de um trabalhador-ex-presidente do Brasil, o maior depois de Getúlio Vargas, para injuriar sua fidelidade ao bem-estar dos trabalhadores brasileiros.

  6. A Fenajufe deve indicar uma comissão para conversar com Lula. Juntos, analisarão as palavras obscuras que talvez tenham sido pronunciadas. Caso tenha escapado um vocábulo duvidoso, Lula tem humildade suficiente para pedir desculpas de público. Não há equívoco que uma reunião bem intencionada não esclareça.

  7. Se a Febraban ou a Fiesp deitasse nota contra Lula, esse documento escrito estaria fazendo parte das lutas políticas desse grande brasileiro. Seria um ato que não causaria qualquer desgosto a Lula.
  8. Tratando-se de classe obreira, essa Nota da Fenajufe, se for verdadeira, feriu  profundamente o coração do trabalhador Lula da Silva...

sábado, 17 de setembro de 2016

VAMOS ENCHER AS RUAS DO BRASIL PELOS DIREITOS POLÍTICOS DE LULA, AMEAÇADOS por TEMER...
por Langstein de Almeida Amorim
As posições políticas de Eilzo Matos fazem parte do jogo do poder pelo poder, do poder sem a ideologia do bem-estar social.

Desde 1964, os ocupantes do Congresso Nacional aprovam leis contra a economia nacional, sempre em nome do Estado mínimo e da não-intervenção do Estado. O resultado dessa política liberal clássica  resurge na falência do Estado atual, inegavelmente impotente, sujeito ao jogo sujo da dívida pública, e subordinado às volumosas remessas de lucros fraudulentas.

Um Estado de mãos postas diante de juros de 450% ao ano. Um Estado que desemprega milhões de trabalhadores e esfomeia dezenas de milhões de crianças, de homens e mulheres, na tentativa de salvar o Estado indevidamente devedor, que paga por seus títulos, os juros mais caros do Planeta.

Um Estado que desrespeita a Constituição para admitir o Golpe-Parlamentar, sempre a serviço da agiotagem. Um Estado sem qualquer vergonha de ser uma posse da minoria 1% dos habitantes, que concentra fraudulentamente mais de 62% da riqueza nacional.

Um Estado fanatizado pelo lucro fácil, que prepara à vista da nação indignada, o Golpe-Judicial contra a candidatura de Lula da Silva em 2018, à presidência da República.

O belo e profundo discurso de Antônio Mariz prenunciava a tragédia humana proporcionada pelo Estado Elitista, que esmigalhou a economia brasileira e estagnou a economia dos Estados Unidos, da Europa, do Japão e da Rússia, dentre outras menores.

Vivo, Antonio Mariz estaria na linha de frente contra o cinismo do Estado Elitista brasileiro, quebrado, falido e despudorado ao ameaçar restabelecer o trabalho escravo de 12 horas, unicamente para ampliar em 4 horas, a mais-valia absoluta, usurpada vorazmente pelo insassiável sistema financeiro atuante no Brasil.

Vamos fazer o que Mariz faria nesse transe difícil do povo brasileiro: resistir, resistir como resistiu o presidente Delano Roosevelt com seu vitorioso New Deal, um programa de governo social-nacionalista.

Vamos resistir com a coragem moral de Getúlio Vargas diante da sede de sangue das "aves-de-rapina".

Vamos encher as ruas do Brasil pela manutenção dos direitos político de Lula, o único que sabe colocar o Brasil no rumo de grande potência produtiva.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

FORA LULA E FICA TEMER ATÉ 2023!

FORA LULA E FICA TEMER ATÉ 2023!
por Langstein de Almeida Amorim

Senhor Américo Gomes:
Seu olhar vesgo viu os crimes que Lula nunca cometeu. V. Sª dispõe do dom da vidência, mas não vê os crimes que os golpistas de 1964 concretizaram. Nunca viu que esses sanguinários arreganharam as remessas de lucros das filiais estrangeiras de 8% para 100%. Rebaixaram o imposto de renda de 27% para 15%, dessas mesmas filiais.

V. Sª que vê tudo que Lula não fez, devia ter visto o senhor FHC assinando a lei nº 9249 que isentou de qualquer imposto, as bondosas filiais externas. Essa negociata para ser aprovada, rendeu milhões de dólares em propina, depositada diretamente em contas numeradas de Paraísos Fiscais.

Porventura os 2/3 dos congressistas de 1995, feitos da mesma essência moral da essência dos 2/3 dos congressistas de hoje, iriam votar contra os interesses materiais do país, de graça e à seca, ou fá-lo-iam só pelos olhos azuis dos gringos oportunistas? Até isentas de pagarem a contribuição à Seguridade Social, a CSLL, essas estrangeiras também ficaram... e pronto!

Temer não fala em revogar essa lei, violadora da isonomia tributária. Sua coragem só dá para achatar salários e tramar o estupramento dos direitos sociais.

O olhar impatriótico de V. Sª poderia estar a ver o maior assalto da história do Brasil republicano: os banqueiros a cobrar juros de 450% ao ano e em consequência desse crime de usura aberrante, levando à insolvência mais de 60 milhões de brasileiros, cujos filhos se quedam desamparados.

Se o povo brasileiro fosse feito da 'bela' essência do caráter de V. Sª, os latifundiários do século XX ainda estariam impondo a chicote, o modo de produção feudal, fundamentado no trabalho escravo.

Subtraia-se dos habitantes do Brasil, a máfia 1% que mora no país, a mesma que acumula desonestamente mais de 62% da riqueza nacional, e também, a seus asseclas, esses que se regozijam com as migalhas caídas dos banquetes faraônicos da elite. Separe-se a água pura do vinho contaminado pelo egocentrismo mais empedernido, para se declarar aos céus que o povo brasileiro conduz o gene de Zumbi dos Palmares, Frei Caneca, Vidal de Negreiros, Getúlio Vargas, Dilma Rousseff e Lula da Silva. Com toda essa energia histórica, nós venceremos do senhor Temer, a máquina de produzir miséria social.

Nós reagiremos... Nós não aceitaremos que nossa gente seja transformada em muletas desse Estado Elitista, inaugurado pelos ditadores, a mando de Wall Street, para realizar uma dívida pública, totalmente receada de negociatas financeiras.

O sistema elitista, alicerçado no ganho de papéis acima do lucro da produção, quebrou os estados europeus, o Japão, os Estados Unidos e a Rússia. Nem um desses países pagará sua dívida pública que esteja acima do valor de seu PIB anual. Só se o povo passasse um ano trabalhando 12 horas por dia como quer Temer, sem comprar nem sabão e muito menos fubá...

A Força Tarefa da Lava Jato desrespeitou o devido processo legal, ao fugir das páginas dos autos e transformar em Palanque eleitoral, uma sala de audiência pública. Esse cenário de comício de favela deve ter sido combinado com o senhor Moro, que já tem na cabeça, a condenação necessária para Lula não ser presidente do Brasil pela 3ª vez, em 2018. Nessa roleta freada, só dá Temer eleito em 18, para governar até 2023, como querem os onzenários do sistema financeiro. Sem Lula no páreo, a eleição de Temer será uma barbada. Daí toda estratégia de Sua Excelência para desfechar o golpe judicial nos direitos políticos de Lula, pondo fim ao real Estado de Direito... Assim essa gente teria feito do Brasil, uma possessão da plutocracia latino-americana...

Os 60 milhões ou mais que assistiam estarrecidos aos discursos sequenciais, leram por trás do palavreado descortês da Força Tarefa, o bordão: 'Fora Lula! E fica Temer até 2023!'
O dia do golpe judicial contra os direitos políticos de Lula, será comemorado nos palácios do país, como 'Dia do Fico de Temer...'

sábado, 27 de agosto de 2016

NOSSOS FILHOS E NETOS TERÃO DE DESTRUIR O ESTADO ELITISTA COM O SACRIFÍCIO DA PAZ...

NOSSOS FILHOS E NETOS TERÃO DE DESTRUIR O ESTADO ELITISTA COM O SACRIFÍCIO DA PAZ...
por Langstein de Almeida Amorim
O Estado Elitista é aquele que não tem políticas públicas de investimento em favor da população como um todo. O Estado Elitista é esse do Brasil atual que tem negócios em favor do grupo 1% da população, o mesmo que detém 62% das riquezas líquidas e materiais do país.
A Dilma será derrubada para possibilitar o melhor governo para o grupo 1%, o qual não poderia deixar de ser o atual Estado Elitista, governado por Temer e Renan Calheiros.
A Lava Jato foi criada para garantir que jamais Lula voltaria ao governo do Brasil. O governo Lula não atacou os privilégios da elite 1%, mas adotou políticas pública em favor do crescimento da economia, atitude administrativa que evitou ganhos fabulosos por parte da elite 1%.
No governo Lula, a dívida pública em vez de subir para beneficiar a elite, baixou, prejudicando suas formidáveis acumulações monetárias.
Eis o dilema: ou cresce a economia e decresce a acumulação da elite 1%, ou decresce a economia e cresce a riqueza da elite 1%. O crescimento de um é incompatível com o do outro. Esse fenômeno econômico acontece porque ambos só podem crescer com os investimentos maciços do Estado.
O Estado extrai suas receitas do valor das mercadorias, motivo pelo qual ele deve devolver esses recursos ao mercado, através do pagamento de bons salários e de investimento na infra estrutura material e humana da sociedade nacional.
Se o Estado se comporta politicamente em favor da população, chama-se Estado social-nacionalista, apelidado de Estado Populista, como é o da China e o foi o Estado governado por Getúlio Vargas e Lula da Silva.
Se o Estado investe o dinheiro dos impostos e das contribuições em pagamento de juros altíssimos aos banqueiros, pela posse de seus títulos, chama-se Estado Elitista, como são chamados os Estados europeus, a Rússia, o USA, o Brasil e toda América Latina, com exceção de Cuba, Bolívia, Equador, Uruguai, Venezuela e Vietnam do Norte, este, no leste asiático.
Foi o Estado Populista no pós 2ª Guerra que elevou a grau altíssimo, o nível de vida do povo europeu.
O Estado Elitista surgiu na década de 1970 e atuou na de 1980, com os governos Margaret Thatcher na Inglaterra e Ronald Reagan nos Estados Unidos.
A estratégia econômico-social do Estado Elitista é o neoliberalismo, que prega a mão-invisível do mercado como solução para todos os problemas econômicos. Nesse terreno apropriado, prosperaram os cartéis de preços, os monopólios de vendas e os oligopsônios de compras, os quais provocaram a desnacionalização e a desindustrialização das boas empresas brasileiras.
Sem empresas de bom porte para competirem pelo menos, na América Latina, o Brasil foi rebaixado do status de país em desenvolvimento, no qual o deixou o governo Lula, para o piso de país subdesenvolvido, justamente os países que só exportam produtos in natura, como fazem todos os países africanos.
O Estado Elitista, fundado pela ditadura-militar de 1964, sustenta-se atualmente nas 10 regras editadas no Consenso de Washington D. C em 1989, para ajustar as economias dos países latinos-americanos.
Até John Willianson, cujo texto serviu de base ao Consenso de Washington, discorda do exagero monetarista do Estado Elitista, que frusta governos de investir no social, alargando perigosamente a multidão de miseráveis.
Segundo Karl Marx, o maior pensador do século 19/20, os homens não cedem seus privilégios espontaneamente. Se é assim, nossos filhos e netos terão de destruir esses privilégios sociais e econômicos com o sacrifício da paz...

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

A HISTÓRIA PODE SER REPETIDA SEM QUE SEJA UMA FARSA...

A HISTÓRIA PODE SER REPETIDA SEM QUE SEJA UMA FARSA...
por Langstein de Almeida Amorim
texto revisado pelo autor
A deputada Luciana Genro, que sai muito na frente dos outros concorrentes a prefeito de Porto Alegre, inclusive do candidato do PT, é líder do PSOL, na Câmara Federal.
Foi o povo gaúcho, que na grande crise de 1930, extinguiu a tsunamica corrupção entre os Barões do café e o governo de Washington Luiz, levando Getúlio Vargas ao Poder Federal.
Os paraibanos e os mineiros estiveram no Sudeste mais uma vez em 1932, com armas em punho, para esmagar a intentona dos Barões do café, apelidada de Revolução Constitucionalista, uma tentativa desesperada de retomarem o Poder do Estado Elitista Feudal, que explorava o trabalho gratuito dos servos vinculados aos latifúndios. Esse trabalho gratuito chamava-se cambão.
Podemos crer que a história da derrubada dos Barões do café em 1930, dispõe de condições sociais e materiais na atualidade, para ser repetida com outros personagens, para desprazer dos que desde 1964, esfolam a economia do país.
Comprovam a verdade de nossas palavras, os 70 milhões de brasileiros insolventes, quebrados pela usura dos banqueiros que mandam no Legislativo e no Executivo, desde a ditadura militar. Comprovam nossa informação, os 60 milhões de miseráveis que comem um prato de xerém dia sim, dia não. Paira no ar, uma forte ameaça de que mais de 20 milhões de desempregados venham a engrossar a multidão alarmante dos famélicos...
Comprova nossa assertiva, o assassinato por balas impiedosas do Estado Elitista, de mais 55 mil pessoas no ano de 2015. Matam-se os jovens na presunção de que eles seriam bandidos em tempo próximo. Mutila-se a fina flor do futuro da pátria, para que permaneça ressurrecta, a ideologia caduca do Estado Elitista, malograda na Europa, nos Estados Unidos, no Brasil e em toda América Latina onde é predominante.
O Estado Elitista, comandado por Temer e Renan Calheiros, resolve o futuro profissional dos adolescentes pardos, com disparos de bala de 5 reais. Tanta economia... para pagar aos argentários da agiotagem internacional, a quantia babilônica de mais de 500 bilhões de reais anuais por juros da enigmática dívida pública.
Esses patacudos, apinhados de prerrogativas financeiras e tributárias, foram flagrados pela Operação Zelotes como sonegadores e por apropriação de impostos (IOF) que tinham sido pagos pelos tomadores de empréstimo. No campo dominado pelo Código Penal, trata-se de crime de apropriação indébita, cumulado com o crime de sonegação tributária.
Atesta nossas palavras de indignação, a transmutação da Lava Jato numa perseguição implacável à pessoa respeitável do ex-presidente Lula. A Lava Jato transtornou-se no sistema imunológico do Estado excessivamente corrupto, gerido por Temer e Renan Calheiros...
Faz mais de 10 meses que o senhor Sérgio Moro rejeita as diversas propostas de Delação Premiada da Odebrecht. Parece que o réu Marcelo Odebrecht só conseguiria a aceitação de uma de suas proposituras se tivesse o mau caráter de Delcídio, para injuriar Lula como um dos corruptos que teriam recebido milhões em espécie, em uma das noites imaginárias de seus 8 anos de governo progressista. Essa suspeita tem por fundamento o vazamento... da última oferta de Delação de Marcelo Odebrecht. O vazamento que não foi publicado pela TV News, mas pelo jornalismo on-line, acusa Temer de ter embolsado 10 milhões de reais sem que tenha prestado contas dessa quantia à Justiça Eleitoral. Também delata Zé Serra pelo crime de ter se apropriado de 23 milhões de reais, sem que tenha prestado contas dessa montanha de dinheiro à Justiça Eleitoral. São dois sabichões que corre atrás do inocente, gritando: pega o ladrão! Pega..., enquanto vão ficando para trás da multidão de opressores, até se esgueirarem por trás da impunidade do foro privilegiado, sempre agarrados aos sacos de notas de propina.
Perseguem Lula para que permaneçam esquecidos na memória dos justos, os Calheiros, os Cunha, os Temer, os Zé Serra, os Jucá, os Aécio, os Alckmin e os banqueiros do Bradesco, do Safra e do Santander, fisgados pela Operação Zelotes, presidida pelo competente e probo juiz doutor Vallisney de Sousa Oliveira.
Esses mandachuvas do Estado Elitista dispõem de tanta força de mutilação moral, que levaram o juiz anterior ao doutor Vallisney, a travar requerimentos e denúncias da Força Tarefa da Operação Zelotes, a mais importante operação criminal em tramitação na Justiça brasileira. Por ter sido gentil com os banqueiros da Zelotes, o juiz anterior responde a processo na Corregedoria do TRF - 1.
Calcula-se que os zelotados tenham se apropriado de cerca de 19 bilhões de reais, deixando o Petrolão como se fosse uma brincadeira de criança no jardim de infância do PMDB, PT, PSDB E PP...

sábado, 9 de julho de 2016

A MATANÇA DE DALLAS...
por Langstein de Almeida Amorim
Com pesquisas seguidas no Google, sobre a tragédia racial de Dallas, encontramos numa janela, essa nota de informação, cujos dizes foram traduzidos pelo Google. Ao lermos, logo concluímos que foi a impunidade oferecida pelo judiciário, aos policiais que matam pessoas negras de forma banal, o motivo da chacina odienta.
Logo após o texto em inglês, os companheiros de gêneros opostos podem ler a tradução já em português.
MICAH JOHNSON MOVEMENT, omnipresent in every corner of the United States declares that the police killer Philendo Castile in St. Paul, Minnesota and the other two officers who killed the young Alton Sterling now on 11 in Baton Rouge, Louisiana, They will be killed if they are acquitted by the jury of the Court of white people. The judicial impunity, based on the color of the people, is bestial, tribral and unacceptable! If you can not peace through respectful and civilized dialogue, which is the mutual fear between police and aggrieved black population.

"MOVIMENTO MICAH JOHNSON, onipresente em todos os recantos dos Estados Unidos, declara que o policial assassino de Philendo Castile em St. Paul, Minnesota e os outros dois policiais que mataram o jovem Alton Sterling agora no dia 11, em Baton Rouge, na Louisiana, serão mortos se forem absolvidos pelo Tribunal do Juri de pessoas brancas.
A impunidade judicial, com fundamento na cor das pessoas, é bestial, tribral e inaceitável!
Se não for possível a paz pelo diálogo respeitoso e civilizado, que o seja pelo medo recíproco entre policiais e a população negra injustiçada."

Ao termo dessa leitura, detectamos quanto ódio mortífero podem gerar a homofobia e o preconceito racial. Do século 20 para o atual, o ódio racial ofereceu à história das nações, os genocídios judaico e o armênio, este, entre 1915 e 1923.
O conflito racial logo ficará embuçado e haverá paz, assim que os Tribunais estadunidenses adotarem um posição judicial de imparcialidade intransigente. Se o policial mata o negro em cena filmada por câmaras ocultas ou não, deve ser preso em flagrante e julgado por componentes do Tribunal que não sejam de cor branca, pelo menos por um período de mais uns 100 anos.
Nas escolas, às crianças de 4 a 6 anos, os professores devem lecionar que as pessoas são iguais. Têm o mesmo Deus de todas as raças...
Os pais devem ensinar também que todas as pessoas são filhas de Deus. O ódio racial foi imposto pelos escravistas por interesse econômico. Nós temos os escravocratas como seres inferiores aos seres que eles escravizaram pela força das armas.
Criar nossos filhos com ódio gratuito às pessoas de outra cor, não é confortável para o caráter deles. Sem ódio, eles estão limpos para amar e ser amado. Amar enobrece o 'eu' das pessoas...

terça-feira, 12 de abril de 2016

QUEM ABASTECE O CARTÃ MAGNÉTICO DE CUNHA, ARREGIMENTADOR DE VOTOS PARA ELEVÁ-LO AO TRONO DE DITADOR CALIGULINO?
por Langstein de Almeida Amorim
Num Estado Democrático de Direito, a lei se sobrepõe ao poder social dos homens. Nas ditaduras, o ditador com seu séquito se superpõe à Ordem Jurídica. A lei é ele mesmo, com sua autoridade de baixar Decretos que esse sátrapa apelida de Decreto-lei.
A Revolução Francesa entrou em gestação logo que o modo de produção capitalista surgiu no final do século XV. Levou cerca de 290 anos para derrubar a ditadura absolutista da monarquia francesa. Essa forma de mandonismo político embasava sua economia no modo de produção feudal, suportado pelo trabalho gratuito do servo, desprovido de qualquer direito trabalhista e civil.
Pelo cérebro maravilhoso dos vitoriosos da Revolução Francesa, foi proclamada a Declaração dos Direitos do Homem e do cidadão, refletindo o ideal universal de liberdade, igualdade e fraternidade humanas. Essa ideologia se espraiou pelo mundo como um rastro de pólvora a explodir velhas monarquias enraizadas na Europa.
No Brasil, o fim da monarquia constitucionalista se deu por acordo entre D. Pedro II e os barões do café, com seus subordinados políticos: os coronéis do açúcar, do algodão e do cacau.
Se os barões do café não fossem uma elite econômica tão egoísta quanto a de hoje, esta, constituída por banqueiros e filiais estrangeiras, teriam implantado o modo de produção capitalista, já vitorioso na Inglaterra, Alemanha, Itália e França.
Os coxinhas do final do século XIX, preferiram introduzir na Constituição de 1891, o modo de produção feudal, uma quase semelhança com o modo de produção escravista, ambos alicerçados no trabalho gratuito. No sistema escravista, o trabalhador era escravo, podendo ser mercadejado a qualquer instante. No sistema feudal, o trabalhador era o servo, considerado um apêndice enraizado na terra cujo valor venal aumentava na razão direta da quantidade de mão-de-obra gratuita.
O brutal e desumano modo de produção feudal só foi derrubado pela Revolução de 1930, sob o comando de Getúlio Vargas, que implantou o modo de produção capitalista nacionalista, juntamente com a Legislação Trabalhista, que definiu os direitos dos trabalhadores brasileiros pela primeira vez.
A Revolução de 30 com extensão até a revolta de 1932, implementada pelos barões do café em São Paulo, custou aos brasileiros muito sangue derramado. Mas a compensação social foi imensa. Em 20 anos de governo nacionalista, sob o comando Getúlio Vargas, houve progresso superior aos 400  anos de modo escravista e mais os 41 anos do modo feudal.
No final do governo Vargas, o capitalismo brasileiro já dispunha de tecnologia de ponta, agregada à mineração da Vale do Rio Doce e à Siderúrgica de Volta Redonda, que fornecia chapa de aço para fabricação dos caminhões FeNeMe e de automóveis de classe-média. Muitos outros benefícios social foram anexados ao usufruto dos brasileiros.
Por meio de seu jornal Tribuna da Imprensa, Carlos Lacerda defendia a liberdade absoluta das remessas de lucros. Getúlio só admitia remessas até 8% do lucro anual sobre o capital externo realmente investido. Se a filial estrangeira fosse ampliada pelo reinvestimento em moeda nacional, dessa ampliação não poderia remeter lucros.
As filiais estrangeiras estavam autorizadas a descontar 10% dos lucros sem pagar imposto ao USA. Essa desoneração de 10% objetivava corromper líderes e militares brasileiros para a derrubada de Getúlio Vargas, o grande empecilho para a dominação total das filiais alienígenas.
Carlos Lacerda forjou o atentado da Toneleiros, no qual foi morto o major Vaz, da aeronáutica. A pressão pelo golpe cresceu assustadoramente. A aeronáutica que obedecia o comando político do brigadeiro Eduardo Gomes, pressionava Getúlio, através de intimações policiais a seu filho Benjamin Vargas e do enquadramento criminal de sua guarda-pessoal, acusada de ter executado o major Vaz.
No noite do dia 23 de agosto de 1954, o ministro da Guerra, general Zenóbio e Mascarenhas de Morais foram ao Palácio do Catete no Rio de Janeiro, relatar os acontecimentos ao presidente Vargas. O general Zenóbio informou que 28 generais, incluindo os das Regiões Militares, haviam assinado um manifesto exigindo a renúncia de Getúlio Vargas. Getúlio respondeu:
- Mantenham a ordem pública que eu saberei tomar a providência melhor para o país.
Antes de seu último ato, redigiu pela madrugada a dentro, a Carta-Testamento, destinada ao povo brasileiro, no final da qual dizia: "Esse povo de quem fui escrava, não mais será escravo de ninguém."
Se abortarmos o golpe que os coxinhas venderam à FIESP, estaremos próximos de quebrar as algemas da escravidão econômica. Daí por diante, alcançaremos em 20 anos, o bem-estar social dos povos escandinavos.
A repercussão social do tiro no peito disparado pelo grande homem, foi tão intensa que o golpe militar que seria executado em 1954, em prol do domínio de nossa economia por banqueiros e filiais estrangeiras, só foi concretizado 10 anos depois, em 1964.
Dos componentes da Guarda de Palácio, acusados por Carlos Lacerda, de responsáveis pela morte do major Vaz, todos foram soltos por falta de prova. Só quem cumpria pena por acusação diferente, foi Gregório quando foi assassinado misteriosamente na prisão.
A lista com a assinatura de 28 generais nunca apareceu, fato que induz a que se creia na traição do ministro Zenóbio e do general Mascarenhas.
Os mesmos coxinhas que não aceitam a economia crescer, deram o golpe de 64 financiados pela FIESP, que agora é forte suspeita de abastecer o Cartão Magnético de Eduardo Cunha.
A ditadura de Cunha será tão sangrenta quanto a de Nero, que mandou tocar fogo em Roma enquanto tocava lira para se deleitar...
Nós multidões somos onipresentes e onipotentes. Se abandonarmos as ruas, Cunha vai comemorar sua condição de ditador, enchendo a cara com uísque de 42 anos, no gabinete presidencial da FIESP.
No dia 17 de Abril, estaremos superlotando o Anhangabaú e os logradouros das capitais, do distrito federal e de milhares de cidades da pátria, ultrajada pela ameaça de golpe dos coxinhas bolsos cheios.