sábado, 8 de outubro de 2016

A NATUREZA PASSOU MILHÕES DE ANOS PARA FAZER VINGAR O GALO-DE-BRIGA INTELIGENTE NA TERRA...




A natureza passou milhões de anos para fazer vingar o galo-de-briga sobre a terra.

A Constituição proíbe qualquer ato de extinção de qualquer espécie...

Langstein de Almeida Amorim, Advogado
há 8 horas
1 visualizações
Revisado pelo autor
Senhor Caio Agra:
V. Sª não teve tempo de se aperceber de que a locução substantiva: "maus-tratos", só se configura por atuação do homem sobre os animais. A queda do boi nas vaquejadas sofre o efeito da força do homem sobre a cauda do animal até derrubá-lo, de cima de seu cavalo. O ato é varonil! Requer liberalidade e não, proibição...
A tourada espanhola se caracteriza pela luta do boi contra o toureiro, que por perícia, deve matar a fera. Às vezes, a fera de chifres mata o homem armado de espadas e choupas profissionais.
No combate de dois galos, é um contra o outro, com o mesmo peso e mesmo tamanho, disputando a vitória em quatro aguadas de 15 minutos por 3 de descanso.
O combate de dois galos nascidos para a refrega se assemelha muito às disputas do UFC, dois homens de mesma altura e peso disputando em três ou cinco aguadas, o cinturão de campeão da categoria.
No UFC e nas corridas-de-cavalos, as apostas são permitidas tanto quanto nas brigas-de-galos, por essas modalidades esportivas não integrarem os jogos de azar que dependem da sorte, decidida na roleta.
O galo-de-briga foi uma criação da natureza através de milhões de anos. A evolução da espécie foi lenta devido aos pintos se engalfinharem até a morte logo nos três primeiros meses de vida. Com a interferência do homem, administrando a separação desses brigões natos, a espécie evoluiu muito, principalmente no Japão que exporta reprodutores de valor acima de 50 mil reais.
Se o esporte de galos-de-combate fosse proibido, a raça já teria sido extinta. Essa raça que luta só pela vitória, sem qualquer remuneração, necessita dos cuidados dos aficionados, para que continue a existir sobre a terra.
Por conta de que crueldade nós teríamos de destruir o esforço da natureza para sustentar na terra, a vida do galo-de-briga?
Constituição proíbe qualquer ato de extinção de qualquer espécie, razão pela qual a briga-de-galo foi regulamentada em rinhadeiros, desde a civilização egípcia.
Os generais romanos exibiam para seus soldados, a valentia de dois galos disputando a vitória, a fim de que seus praças concebessem o exemplo dessas aves intimoratas e inteligentes tanto quanto os heróis do UFC.
Os senhores de escravos proibiam terminantemente que os escravos assistissem às brigas-de-galos, justamente para que não saíssem do trabalho forçado. Essa decisão interesseira dos senhores feudais impôs o surgimento do preconceito contra o galo-de-combate, que perdura até hoje no caráter das pessoas mais fragilizadas.
Frente à homofobia e ao racismo, o preconceito contra o galo-de-briga é o muito tênue. Nos países onde nunca houve escravidão, não existe preconceito contra a briga-de-galo...
Devemos destruir, isto sim, qualquer preconceito contra qualquer espécie, inclusive contra a humana com suas minorias discriminadas...

Nenhum comentário:

Postar um comentário