terça-feira, 12 de abril de 2016

QUEM ABASTECE O CARTÃ MAGNÉTICO DE CUNHA, ARREGIMENTADOR DE VOTOS PARA ELEVÁ-LO AO TRONO DE DITADOR CALIGULINO?
por Langstein de Almeida Amorim
Num Estado Democrático de Direito, a lei se sobrepõe ao poder social dos homens. Nas ditaduras, o ditador com seu séquito se superpõe à Ordem Jurídica. A lei é ele mesmo, com sua autoridade de baixar Decretos que esse sátrapa apelida de Decreto-lei.
A Revolução Francesa entrou em gestação logo que o modo de produção capitalista surgiu no final do século XV. Levou cerca de 290 anos para derrubar a ditadura absolutista da monarquia francesa. Essa forma de mandonismo político embasava sua economia no modo de produção feudal, suportado pelo trabalho gratuito do servo, desprovido de qualquer direito trabalhista e civil.
Pelo cérebro maravilhoso dos vitoriosos da Revolução Francesa, foi proclamada a Declaração dos Direitos do Homem e do cidadão, refletindo o ideal universal de liberdade, igualdade e fraternidade humanas. Essa ideologia se espraiou pelo mundo como um rastro de pólvora a explodir velhas monarquias enraizadas na Europa.
No Brasil, o fim da monarquia constitucionalista se deu por acordo entre D. Pedro II e os barões do café, com seus subordinados políticos: os coronéis do açúcar, do algodão e do cacau.
Se os barões do café não fossem uma elite econômica tão egoísta quanto a de hoje, esta, constituída por banqueiros e filiais estrangeiras, teriam implantado o modo de produção capitalista, já vitorioso na Inglaterra, Alemanha, Itália e França.
Os coxinhas do final do século XIX, preferiram introduzir na Constituição de 1891, o modo de produção feudal, uma quase semelhança com o modo de produção escravista, ambos alicerçados no trabalho gratuito. No sistema escravista, o trabalhador era escravo, podendo ser mercadejado a qualquer instante. No sistema feudal, o trabalhador era o servo, considerado um apêndice enraizado na terra cujo valor venal aumentava na razão direta da quantidade de mão-de-obra gratuita.
O brutal e desumano modo de produção feudal só foi derrubado pela Revolução de 1930, sob o comando de Getúlio Vargas, que implantou o modo de produção capitalista nacionalista, juntamente com a Legislação Trabalhista, que definiu os direitos dos trabalhadores brasileiros pela primeira vez.
A Revolução de 30 com extensão até a revolta de 1932, implementada pelos barões do café em São Paulo, custou aos brasileiros muito sangue derramado. Mas a compensação social foi imensa. Em 20 anos de governo nacionalista, sob o comando Getúlio Vargas, houve progresso superior aos 400  anos de modo escravista e mais os 41 anos do modo feudal.
No final do governo Vargas, o capitalismo brasileiro já dispunha de tecnologia de ponta, agregada à mineração da Vale do Rio Doce e à Siderúrgica de Volta Redonda, que fornecia chapa de aço para fabricação dos caminhões FeNeMe e de automóveis de classe-média. Muitos outros benefícios social foram anexados ao usufruto dos brasileiros.
Por meio de seu jornal Tribuna da Imprensa, Carlos Lacerda defendia a liberdade absoluta das remessas de lucros. Getúlio só admitia remessas até 8% do lucro anual sobre o capital externo realmente investido. Se a filial estrangeira fosse ampliada pelo reinvestimento em moeda nacional, dessa ampliação não poderia remeter lucros.
As filiais estrangeiras estavam autorizadas a descontar 10% dos lucros sem pagar imposto ao USA. Essa desoneração de 10% objetivava corromper líderes e militares brasileiros para a derrubada de Getúlio Vargas, o grande empecilho para a dominação total das filiais alienígenas.
Carlos Lacerda forjou o atentado da Toneleiros, no qual foi morto o major Vaz, da aeronáutica. A pressão pelo golpe cresceu assustadoramente. A aeronáutica que obedecia o comando político do brigadeiro Eduardo Gomes, pressionava Getúlio, através de intimações policiais a seu filho Benjamin Vargas e do enquadramento criminal de sua guarda-pessoal, acusada de ter executado o major Vaz.
No noite do dia 23 de agosto de 1954, o ministro da Guerra, general Zenóbio e Mascarenhas de Morais foram ao Palácio do Catete no Rio de Janeiro, relatar os acontecimentos ao presidente Vargas. O general Zenóbio informou que 28 generais, incluindo os das Regiões Militares, haviam assinado um manifesto exigindo a renúncia de Getúlio Vargas. Getúlio respondeu:
- Mantenham a ordem pública que eu saberei tomar a providência melhor para o país.
Antes de seu último ato, redigiu pela madrugada a dentro, a Carta-Testamento, destinada ao povo brasileiro, no final da qual dizia: "Esse povo de quem fui escrava, não mais será escravo de ninguém."
Se abortarmos o golpe que os coxinhas venderam à FIESP, estaremos próximos de quebrar as algemas da escravidão econômica. Daí por diante, alcançaremos em 20 anos, o bem-estar social dos povos escandinavos.
A repercussão social do tiro no peito disparado pelo grande homem, foi tão intensa que o golpe militar que seria executado em 1954, em prol do domínio de nossa economia por banqueiros e filiais estrangeiras, só foi concretizado 10 anos depois, em 1964.
Dos componentes da Guarda de Palácio, acusados por Carlos Lacerda, de responsáveis pela morte do major Vaz, todos foram soltos por falta de prova. Só quem cumpria pena por acusação diferente, foi Gregório quando foi assassinado misteriosamente na prisão.
A lista com a assinatura de 28 generais nunca apareceu, fato que induz a que se creia na traição do ministro Zenóbio e do general Mascarenhas.
Os mesmos coxinhas que não aceitam a economia crescer, deram o golpe de 64 financiados pela FIESP, que agora é forte suspeita de abastecer o Cartão Magnético de Eduardo Cunha.
A ditadura de Cunha será tão sangrenta quanto a de Nero, que mandou tocar fogo em Roma enquanto tocava lira para se deleitar...
Nós multidões somos onipresentes e onipotentes. Se abandonarmos as ruas, Cunha vai comemorar sua condição de ditador, enchendo a cara com uísque de 42 anos, no gabinete presidencial da FIESP.
No dia 17 de Abril, estaremos superlotando o Anhangabaú e os logradouros das capitais, do distrito federal e de milhares de cidades da pátria, ultrajada pela ameaça de golpe dos coxinhas bolsos cheios.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

EM 52 ANOS, OS COXINHAS ARRASARAM A ECONOMIA DO PAÍS E AINDA ASSIM, QUEREM CONTINUAR NECROFAGIANDO AS CARNES DO CADÁVER...
por Langstein de Almeida Amorim
Os coxinhas são despidos do sentimento de pátria. Só pensam na expansão do próprio patrimônio, sempre à custa de suas sábias artimanhas, intrujices e fraudes... No tempo do Brasil Império, os coxinhas habitavam o Palácio de D. Pedro II, como faxineiros de quartos e salões. Eram mulheres e homens envolvidos na depuração do prédio real. No meado do século XIX, não havia abastecimento de água potável, nem esgotamento sanitário. Os coxinhas adoravam esse tipo higienização privada, estrategicamente por conviverem na intimidade da rainha, de princesas e dos parentes da família real. A função mais disputada entre eles, era de LBR (limpa bunda do rei). Quando o mandachuva do Império era vítima de uma disenteria, dessas de matar cavalo de bêbado, os coxinhas disputavam à tapa quem iria cuidar do ânus reinante. Nesse entretempo, eles tinham a chance de furtar uísque de 21 anos, mandado de presente pelo Rei da Inglaterra. Toda vez que os coxinhas saiam dos aposentos imperiais, viam-se pejados de garrafas de escocês da mais fina qualidade. Eles torciam para que a desidratação intestinal do Rei fosse duradoura e intermitente...Logo que D. Pedro II pegava no sono, três deles iam vender aos intrujões, a bebida roubada.
Esse mesmo serviço, os coxinhas prestavam-no aos barões, marqueses, duques, condes e viscondes. Nos feudos desses nobres, os coxinhas se achavam na autoridade de capatazes, aqueles empregados que administravam o trabalho dos escravos. Como eram muito humilhados por seus superiores, descontavam essa desfeita no lombo dos escravos, contra os quais nunca aplicavam menos do que 50 chibatadas. Se essas vítimas dispusessem de alguma moeda de prata, ganha em trabalho prestado ás escondidas, a comerciantes e quitandeiros, os coxinhas vendiam seu sadismo por zero cipoadas.
Os coxinhas que na atualidade esbravejam para golpear a democracia brasileira, são descendentes desses prestadores de serviços à Corte de D. Pedro II. Daí seu ódio ao Brasil democrático, contra o qual eles estão lutando ferozmente para golpear sua condição de Estado de Direito.
Nos tempos atuais, os coxinhas são ricos, na posição social de banqueiros, executivos, industriais, sócios de filiais estrangeiras e grandes comerciantes. Com a proclamação da Republica, eles saíram na frente, enquanto nós, originários de imigrantes europeus e de escravos libertados, ficamos a trabalhar nas fazendas de café.
Durante a República, decorrente da queda de D. Pedro II, e embasada no modo de produção feudal, os coxinhas elegiam na ponta do lápis e de forma fraudulenta, o presidente, governadores, deputados, senadores, prefeitos e vereadores.
Em 1930, Getúlio Vargas, na liderança da Revolução capitalista democrática, derrogou o Poder da posse dos coxinhas, então todos poderosos, em decorrência da longa relação incestuosa com o Estado, pelo período de 41 anos.
Em 1964, esses apátridas derrubaram a democracia, apoiados na certeza de que o USA interviria em seu favor. O 1º Decreto-lei publicado, foi o 4390 que escancarou a remessa de lucros das filiais estrangeiras à porcentagem de 100% a.a, sem que o saldo da balança comercial dispusesse de superávit capaz de arcar com transferência de tal magnitude.
Com o propósito de sustentar as remessas e brecar o crescimento econômico que o país vinha obtendo desde 1930 até o dia da ditadura de 1964, os coxinhas criaram a famigerada dívida pública externa para gerar divisas pela venda de títulos emitidos pelo Tesouro Nacional. Esse relacionamento incestuoso entre Estado e banqueiros, rende até hoje, ressonantes maracutaias. No governo FHC, a explosão da dívida externa atingiu a porcentagem inimaginável de 360%. Com a quase duplicação do valor do dólar nos dias de hoje, a dívida pública interna deu um pinote que chegou em princípio de 2015, a ultrapassar o teto de 3 trilhões de reais.
Em 52 anos de dominação econômica dos coxinhas, a economia nacional se manteve em média, numa  porcentagem de estagnação, exceto no governo Lula, quando cresceu à taxa média de 5,4% ao ano.
Com a entrada franca e estimulada do investimento direto estrangeiro (IDE), houve a compra de milhares de empresas brasileiras consistentes, asfixiadas pelos juros confiscatórios dos banqueiros atuantes no país. Milhares delas foram extintas e o restante das empresas consideradas filé-mignon, desnacionalizadas.
No tempo atual, o Brasil é um grande território com baixíssima capacidade de exportação. De 18 milhões de empresas nacionais que vão da micro e pequena até a média indústria vencedora, só 20 mil conseguem exportar para fora dos limites da geografia do país.
É inegável que os coxinhas, no uso abusivo do cartão magnético, conseguiram fazer aprovar leis que entregaram de mão beijada, a economia do Brasil ao domínio dos banqueiros.
Os deputados que chegam à Comissão de Impeachment, exibindo a esfinge de Lula com roupa de prisioneiro, são os fanatizados pela venalização dos golpistas, que passaram 52 anos espoliando as riquezas do país, até concentrar 62% delas, em poder de 1% da população. Enquanto isso, os coxinhas fizeram a miséria inchar pra mais de 60 milhões de brasileiros.
Depois de transformarem a economia num esqueleto fantasma, os coxinhas arquitetaram um golpe no Estado de Direito, com o propósito macabro de transmudar Eduardo Cunha, de presidente da Câmara em  ditador do Brasil.
O projeto dos banqueiros, que são os maiores acionistas das filiais estrangeiras atuantes no país, é trocar os títulos podres da dívida pública por jazidas do Pré-Sal, por jazidas de minério de ferro do Quadrilátero mineiro, pela organização dos Correios com seu sedex vitorioso, pela Caixa Econômica e pelo restante das ações do Banco do Brasil e da Petrobrás.
Após esse assalto econômico de grandeza inimaginável, os coxinhas terão feito do Brasil, um país de economia africanizada, isto é, de economia parecida com a do Haiti.
Tudo isso aconteceria se não fosse a internet com sua rede social de grande penetração popular.
Para barra o projeto infame dos coxinhas, somos milhões de brasileiros nas ruas, sob o comando patriótico do honesto e honrado estadista Lula da Silva, odiado pelos coxinhas, por que fez a economia do Brasil crescer, coisa que eles não querem de modo algum. Esses coxinhas seriam aquele dono de um tigre novo, que se crescer, engolirá seu domador.
A FIESP de hoje é a mesma de 1964, um valhacouto de golpista inveterados...
Se o cartão magnético de Eduardo Cunha fizer o golpe passar na Câmara, mesmo que o impeachment não tenha qualquer fundamento jurídico, essa armação infernal será extinta no Supremo Tribunal Federal. Assim, o Brasil continuará sua difícil caminhada democrática... em demanda de um dia poder oferecer bem-estar a seu povo.