EM 52 ANOS, OS COXINHAS ARRASARAM A ECONOMIA DO PAÍS E AINDA ASSIM, QUEREM CONTINUAR NECROFAGIANDO AS CARNES DO CADÁVER...
por Langstein de Almeida Amorim
Os coxinhas são despidos do sentimento de pátria. Só pensam na expansão do próprio patrimônio, sempre à custa de suas sábias artimanhas, intrujices e fraudes... No tempo do Brasil Império, os coxinhas habitavam o Palácio de D. Pedro II, como faxineiros de quartos e salões. Eram mulheres e homens envolvidos na depuração do prédio real. No meado do século XIX, não havia abastecimento de água potável, nem esgotamento sanitário. Os coxinhas adoravam esse tipo higienização privada, estrategicamente por conviverem na intimidade da rainha, de princesas e dos parentes da família real. A função mais disputada entre eles, era de LBR (limpa bunda do rei). Quando o mandachuva do Império era vítima de uma disenteria, dessas de matar cavalo de bêbado, os coxinhas disputavam à tapa quem iria cuidar do ânus reinante. Nesse entretempo, eles tinham a chance de furtar uísque de 21 anos, mandado de presente pelo Rei da Inglaterra. Toda vez que os coxinhas saiam dos aposentos imperiais, viam-se pejados de garrafas de escocês da mais fina qualidade. Eles torciam para que a desidratação intestinal do Rei fosse duradoura e intermitente...Logo que D. Pedro II pegava no sono, três deles iam vender aos intrujões, a bebida roubada.
Esse mesmo serviço, os coxinhas prestavam-no aos barões, marqueses, duques, condes e viscondes. Nos feudos desses nobres, os coxinhas se achavam na autoridade de capatazes, aqueles empregados que administravam o trabalho dos escravos. Como eram muito humilhados por seus superiores, descontavam essa desfeita no lombo dos escravos, contra os quais nunca aplicavam menos do que 50 chibatadas. Se essas vítimas dispusessem de alguma moeda de prata, ganha em trabalho prestado ás escondidas, a comerciantes e quitandeiros, os coxinhas vendiam seu sadismo por zero cipoadas.
Os coxinhas que na atualidade esbravejam para golpear a democracia brasileira, são descendentes desses prestadores de serviços à Corte de D. Pedro II. Daí seu ódio ao Brasil democrático, contra o qual eles estão lutando ferozmente para golpear sua condição de Estado de Direito.
Nos tempos atuais, os coxinhas são ricos, na posição social de banqueiros, executivos, industriais, sócios de filiais estrangeiras e grandes comerciantes. Com a proclamação da Republica, eles saíram na frente, enquanto nós, originários de imigrantes europeus e de escravos libertados, ficamos a trabalhar nas fazendas de café.
Durante a República, decorrente da queda de D. Pedro II, e embasada no modo de produção feudal, os coxinhas elegiam na ponta do lápis e de forma fraudulenta, o presidente, governadores, deputados, senadores, prefeitos e vereadores.
Em 1930, Getúlio Vargas, na liderança da Revolução capitalista democrática, derrogou o Poder da posse dos coxinhas, então todos poderosos, em decorrência da longa relação incestuosa com o Estado, pelo período de 41 anos.
Em 1964, esses apátridas derrubaram a democracia, apoiados na certeza de que o USA interviria em seu favor. O 1º Decreto-lei publicado, foi o 4390 que escancarou a remessa de lucros das filiais estrangeiras à porcentagem de 100% a.a, sem que o saldo da balança comercial dispusesse de superávit capaz de arcar com transferência de tal magnitude.
Com o propósito de sustentar as remessas e brecar o crescimento econômico que o país vinha obtendo desde 1930 até o dia da ditadura de 1964, os coxinhas criaram a famigerada dívida pública externa para gerar divisas pela venda de títulos emitidos pelo Tesouro Nacional. Esse relacionamento incestuoso entre Estado e banqueiros, rende até hoje, ressonantes maracutaias. No governo FHC, a explosão da dívida externa atingiu a porcentagem inimaginável de 360%. Com a quase duplicação do valor do dólar nos dias de hoje, a dívida pública interna deu um pinote que chegou em princípio de 2015, a ultrapassar o teto de 3 trilhões de reais.
Em 52 anos de dominação econômica dos coxinhas, a economia nacional se manteve em média, numa porcentagem de estagnação, exceto no governo Lula, quando cresceu à taxa média de 5,4% ao ano.
Com a entrada franca e estimulada do investimento direto estrangeiro (IDE), houve a compra de milhares de empresas brasileiras consistentes, asfixiadas pelos juros confiscatórios dos banqueiros atuantes no país. Milhares delas foram extintas e o restante das empresas consideradas filé-mignon, desnacionalizadas.
No tempo atual, o Brasil é um grande território com baixíssima capacidade de exportação. De 18 milhões de empresas nacionais que vão da micro e pequena até a média indústria vencedora, só 20 mil conseguem exportar para fora dos limites da geografia do país.
É inegável que os coxinhas, no uso abusivo do cartão magnético, conseguiram fazer aprovar leis que entregaram de mão beijada, a economia do Brasil ao domínio dos banqueiros.
Os deputados que chegam à Comissão de Impeachment, exibindo a esfinge de Lula com roupa de prisioneiro, são os fanatizados pela venalização dos golpistas, que passaram 52 anos espoliando as riquezas do país, até concentrar 62% delas, em poder de 1% da população. Enquanto isso, os coxinhas fizeram a miséria inchar pra mais de 60 milhões de brasileiros.
Depois de transformarem a economia num esqueleto fantasma, os coxinhas arquitetaram um golpe no Estado de Direito, com o propósito macabro de transmudar Eduardo Cunha, de presidente da Câmara em ditador do Brasil.
O projeto dos banqueiros, que são os maiores acionistas das filiais estrangeiras atuantes no país, é trocar os títulos podres da dívida pública por jazidas do Pré-Sal, por jazidas de minério de ferro do Quadrilátero mineiro, pela organização dos Correios com seu sedex vitorioso, pela Caixa Econômica e pelo restante das ações do Banco do Brasil e da Petrobrás.
Após esse assalto econômico de grandeza inimaginável, os coxinhas terão feito do Brasil, um país de economia africanizada, isto é, de economia parecida com a do Haiti.
Tudo isso aconteceria se não fosse a internet com sua rede social de grande penetração popular.
Para barra o projeto infame dos coxinhas, somos milhões de brasileiros nas ruas, sob o comando patriótico do honesto e honrado estadista Lula da Silva, odiado pelos coxinhas, por que fez a economia do Brasil crescer, coisa que eles não querem de modo algum. Esses coxinhas seriam aquele dono de um tigre novo, que se crescer, engolirá seu domador.
A FIESP de hoje é a mesma de 1964, um valhacouto de golpista inveterados...
Se o cartão magnético de Eduardo Cunha fizer o golpe passar na Câmara, mesmo que o impeachment não tenha qualquer fundamento jurídico, essa armação infernal será extinta no Supremo Tribunal Federal. Assim, o Brasil continuará sua difícil caminhada democrática... em demanda de um dia poder oferecer bem-estar a seu povo.
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