sábado, 23 de janeiro de 2016

IMPOSSÍVEL EDIFICAR UM NOVO BRASIL COM A BAGACEIRA MORAL DO PT, PSDB E DO OPORTUNISTA PMDB...

 
IMPOSSÍVEL EDIFICAR UM NOVO BRASIL COM A BAGACEIRA MORAL DO PT, PSDB E DO OPORTUNISTA PMDB...
por Langstein de Almeida Amorim
Com o PT, PSDB e PMDB, não se pode contar para edificar um Novo Brasil. Esses partidões foram a base política do modelo de transferência de lucros, apelidado de modo de produção bomba-de-sucção, como também o foram da liberação dos banqueiros para esfolarem os devedores com juros tão escorchantes quanto os dos Chefões de Milícia de Morro. 
As filiais estrangeiras transferiram para suas matrizes em diversos países, cerca de um trilhão e quinhentos bilhões de dólares em 51 anos de mandonismo, principiando com a ditadura-militar de 1964. Os três partidões, em vez de protestar, incharam suas contas bancárias, vendendo a essas alienígenas, servidão incondicional.
Esses partidões viciados na corrupção cinquentenária, revogaram o artigo da Constituição Federal que tabelava os juros em 12% ao ano, e deixaram os banqueiros soltos de canga e corda para cobrarem a taxa de juro que satisfizesse sua ganância. Essa liberalidade atiçou os banqueiros a cobrarem juros de até 400% a.a., coisa nunca vista em país algum.
Esses partidões são movidos a corrupção... Introduziram na Constituição de 88, o artigo 164 e parágrafos, proibindo o Estado brasileiro de tomar dinheiro empestado a seus próprios bancos e até a seu Banco Central. O Estado Br só pode pedir dinheiro emprestado a banqueiro, pagando juros de 16% ao ano, os mais caros do concerto das nações. O que todo governo soberano pode fazer que é emitir dinheiro para investimento em infraestrutura, o governo brasileiro desprovido de soberania econômica, não pode. Assim o neo-liberalismo determinou que o Estado fosse mínimo e também, não-interveniente.
O Banco Central do USA emite, desde a crise de 2008, 100 bilhões de dólares mensais, que são trocados por títulos do tesouro. Todo esse dinheiro, o governo Obama investe em infraestrutura e em resgate de títulos vencidos. Essa conduta política é uma tentativa de tirar a economia americana da crise de 2008. Com tanto dólar enfiado de goela abaixo, o gigante começa a se mover pra cima, saindo de um PIB de -10% em 2008 para um PIB de 2,10% em 2015. A receita aplicada à economia americana é neo-liberal com pequenas concessões ao keynesianismo, dentre essas, a emissão de dólares mensais.
Os partidões, com os cofres empanturrados de corrupção, aprovaram a lei nº 9.249, isentando de impostos de quaisquer espécies, as remessas de lucros das filiais estrangeiras, dominadas pelos banqueiros internacionais.
Concretizada essa vitória de arromba, a turma partiu para um comemoração retumbante. Foi um festival vibrante, com cantores e atrizes de fama mundial. Depois da meia noite, o festival virou bacanal com garotas trazidas em jatinhos particulares, da Espanha, da Itália e França. Aécio Neves, Alckmin, Zé Serra e Temer se distraíam tomando uísque de 21 anos e admirando a beleza feminina. Lá num canto do salão, via-se Delfim Neto engolindo uma pitza tamanho gigante. Com as bochechas cheias, nem sequer podia falar com as pessoas. Perto do churrasqueiro, estava Lula da Silva meio disfarçado, com boné e óculos escuros, agarrado a um pernil de porco...
Todos esses empreiteiros que atualmente foram presos pela Operação Lava Jata, estavam lá, tomando uísque 42 anos. Cada qual cortejando uma beldade estrangeira...
Eduardo Cunha não saía de perto dos banqueiros e do chefão deles, aos quais servia em bandeja de prata, vinho de 5 mil dólares cada garrafa e comida especialmente preparada por chef francês.
FHC, como presidente da República que teve a sorte de sancionar a lei de isenção das ricalhonas estrangeiras, orgulhava-se de ser o maestro dessa maracutaia: empreiteiras/Estado, coonestada por participantes da fina flor das tramoias, traficâncias e falcatruas secretas, com governos de estados, deputados e senadores, mais viciados nos cofres públicos do que burro mulo na alfafa alheia. FHC vinha do Proer. Conhecia os caminhos sinuosos do Oráculo de Delfos com sua mágica milagrosa da multiplicação de dólares... As pessoas logo notavam a estima e consideração que os banqueiros presentes devotavam ao bondoso senhor Cardoso.
Logo que a orquestra, puxada a tenor italiano, fazia uma pausa, os convivas discretamente cochichavam sobre a bufunfa em Paraíso Fiscal. Quem estava por perto, só ouvia a risadagem, mesclada com gargalhadas e suspiros fundos...
Dilma Rousseff conversava num círculo de esposas de governadores, senadores e deputados. Todas essas ilustres pessoas faziam de conta que seus maridos nunca pegaram num real que não tivesse sido em troca de trabalho honestamente realizado.
Uma das senhoras era esposa de um empresário nacional. Meio irritada, ela desembuchou:
- Essas isenções de imposto de renda e da Contribuição Sobre Lucro Líquido de empresa estrangeira, também devem ser conferidas às empresas nacionais. Meu marido me disse que se não houver isonomia tributária, haverá uma intensa desindustrialização concomitante com uma grave desnacionalização.
A esposa do banqueiro-chefão, falando um português arrastado, propôs:
- É melhor seu marido vender a empresa dele a nós. Aplicar o dinheiro em títulos interbancário é melhor e mais seguro... Ser empresário vitorioso é preciso ter tradição cultural em negócios de ponta.
- Se essa tal tradição cultura fosse verdade como fator de vitória empresarial, os senhores maridos das senhoras não teriam comprado a peso de ouro em pó, a publicação dessa injusta lei de isenção tributária.
Dilma Rousseff entrou na discussão para apaziguar os ânimos. Aí foi logo prometendo:
- Tenha paciência... Logo que o PT chegue ao governo, uma lei de isenção tributária, idêntica a essa que estamos comemorando, será publicada em favor do empresário nacional - agendou Dilma com gestos de pacificação.
Já passava das 23 horas quando a chefe do cerimonial cativou todos os presentes a sentarem-se na longa mesa do banquete, servida por 52 garções vestidos a caráter. Assim que a comilança chegou ao fim, Eduardo Cunha levantou-se e pediu a palavra já aos gritos:
- Todos os presentes antecipadamente estão convidados para a grande comemoração pela aprovação da lei de responsabilidade fiscal, que irá privilegiar os créditos dos banqueiros em detrimento do recebimento do salário dos trabalhadores. Explicando melhor: primeiro os governos pagam a parcela vencida da dívida pública aos banqueiros, para só depois..., se sobrar dinheiro, pagar os salários dos trabalhadores - explicou Cunha, com voz esganada, assemelhada à dos enforcados da ditadura-militar, para continuar com sua verborreia: 
- A Constituição privilegia o recebimento do salário, mas a lei maior somos nós, com voto no Congresso e o metal preciso nos Paraísos Fiscais. Depositar dinheiro na Suíça nunca mais... A porção de dindim que eu tinha nos bancos de lá, deu zebra no número do burro... - encerrou Cunha, curvando a cerviz para os senhores banqueiros, cada qual com seu copo de uísque na mão...
Esse festival ocupou três andares de um dos hotéis mais chiques de Brasília e durou dois dias.
A Operação Lava Jato lentamente e com muita competência transferirá, quando for possível, seu Poder Investigatório para apurar o amplo e irrestrito suborno que fora a privatização da Vale do Rio Doce. As ações da Vale, mesmo em crise de demanda, ainda são o doce de coco da Bolsa de Valores. Dizem que as ações preferenciais dessa empresa criada por Vargas, pagam juros permanentes sobre o valor investido nelas, além da distribuição de dividendos. 
Logo que o mundo dos negócios demonstre um mínimo de recuperação sustentável, o preço do minério de ferro voltará a subir. O mundo e sua população ainda são extremamente dependentes do ferro e do aço.
Observe-se que os três partidões foram os responsáveis legiferantes pelo afundamento da economia do país. Se assim o foi, não se pode crer que eles mesmos seriam um guindaste salvador?! Crer em salvadores desse naipe é atitude de criança de pouca de idade...
Com a publicação do Decreto-lei 4390, pelo ditador-militar em 1964, a caminhada da economia Br para o atoleiro teve início...
Ditadura nunca mais...! Ditadura-militar, nós só a desejamos para dentro da casa de quem suplica por ditadura.
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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

UM DIA..., O EDIFÍCIO DO MANDONISMO FINANCEIRO E DA VELHA CORRUPÇÃO, RUIRÁ...

UM DIA..., O EDIFÍCIO DO MANDONISMO FINANCEIRO E DA VELHA CORRUPÇÃO, RUIRÁ...
por Langstein de Almeida Amorim
Nobre amigo Hermano Gomes:
Esses 885 bilhões de reais para pagamento de juros aos banqueiros em 2016, vão sair do bolso dos contribuintes, daqueles que compram feijão bichado e arroz de terceira, e também dos mais ricos que comem feijão de primeira e arroz integral, puxado a caviar realmente de ovas de esturjão não-fertilizadas.
Pela constituição histórica do modo de produção capitalista, essa dinheirama teria de retornar aos meios-de-produção pelas vias dos investimentos em infraestrutura material: estradas, pontes, edificações, etc., e em infraestrutura humana: educação, saúde, moradia, mobilidade urbana, etc.
O não-retorno desse Everest monetário poderia ser compensado por uma gama de empréstimos de valor idêntico, aos protagonistas do mercado produtivo, mas a juros mínimos, mais ou menos de 4% ao ano, necessariamente para que não houvesse transferência de riqueza da produção para o insaciável sistema financeiro.
É um dos princípios do modo capitalista, o retorno do dinheiro ao sistema que o originou.
O não-retorno dessa montanha de dinheiro ao local de onde saiu, provocará um buraco-negro na economia, feito de desemprego intenso e quebradeira indefinida. O efeito colateral dessa aberração econômica manifestar-se-á na explosão da miséria que abalará os alicerces da frágil segurança social...
Quando a angústia ultrapassar 60% da população, o útero da nação dará à luz um novo Getúlio Vargas, que implantará com o apoio maciço de todos nós, o modo social de produção capitalista científico, o mesmo que foi derrubado pela ditadura-militar de 1964, e o mesmo que já transformou a China na maior potência econômica mundial, medido o PIB pela Paridade do Poder de Compra, por instituições tão ocidentais quanto o Banco Mundial e o FMI.
Não se podem enganar os brasileiros por todo tempo! Um dia o edifício do mandonismo financeiro e da velha corrupção, ruirá...

META-SE NO LIXO DA HISTÓRIA, TUDO ISSO QUE AFUNDOU A ECONOMIA BR.

META-SE NO LIXO DA HISTÓRIA, TUDO ISSO QUE AFUNDOU A ECONOMIA BR.
por Langstein de Almeida Amorim
À senhora Rosa Cunha Lima:
A humanidade a partir da civilização dos faraós, só conheceu três modos de transformar porções da natureza em valores-de-uso para consumo das pessoas. O primeiro foi o modo de produção escravista, adotado pelos reinados dos faraós e pelo Império Romano até o século V. O outro foi o modo de produção feudal que surgiu no século VI e perdurou até o final do século XIV. E o último foi o modo social de produção capitalista que se iniciou no princípio do século XV e está vigente até os dias atuais.
Os homens não criam por sua vontade um modo social de produzir riquezas. Esse modo social de transformar nesgas da natureza em riqueza humana, decorre do modo anterior através da evolução da técnica.
É importante que as pessoas não confundam a ação política de Lenin, de Stalin, de Hugo Chaves e alguns outros vultos revolucionários, com o modo de transformar pratícolas da natureza em valores-de-uso para consumo da população.
Stalin tentou criar um modo de produção socialista e só conseguiu realizar um capitalismo monopolista estatal.
Deng Xiaoping introduziu o capitalismo na China com o apelido de Socialismo de Mercado.
Hugo Chaves adotou o capitalismo nacionalista com a alcunha de Socialismo Bolivariano.
O nobre cidadão Woldney Ribeiro não deve individualizar um debate que se iniciou há quinhentos anos e ainda continuará por mais uns duzentos. Suas palavras grosseiras são injustas contra quem pretende apenas influir na modificação material da sociedade brasileira.
Estaria à altura de sua distinta pessoa, se os termos ferinos fossem revogados de seu vistoso texto.
De minha parte, eu o desculpo porque às vezes a gente diz palavras inconvenientes só por culpa de uma cabeça quente passageira.
Devo esclarecer que não sou sabichão. Sou apenas um brasileiro cheio de vontade de contribuir para meter na lata de lixo da história, tudo isso que levou a economia brasileira ao abismo profundo...

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

GRITANDO LÁ VEM O COMUNISMO, ELES AFUNDARAM O BRASIL...

    GRITANDO LÁ VEM O COMUNISMO, ELES AFUNDARAM O BRASIL...
    por Langstein de Almeida Amorim
    Em que lugar existe o comunismo? Seria o comunismo, a ditadura sanguinária do Egito?! Seria o comunismo, o assassinato de 40 opositores pela ditadura monárquica da Arábia Saudita?! Qual a definição de comunista? Se for muito ruim, mas ruim mesmo, cabe no caráter dos 2/3 de deputados que são homens do Cunha. Embróglio pior do que esse de Cunha com seus homens não pode existir em dois países... ao mesmo tempo.
    Seria o comunismo uma espécie de bicho-papão, que os banqueiros usam para fazer medo a nós, os espoliados pelos juros cavalares deles?!
    Quando o ditador fardado de 1964, sancionou o Decreto-lei 4.390, derrubando o capitalismo nacional, para implantar o modo de produção de transferência de lucros, esse mesmo que arrastou o Brasil para o atoleiro de hoje, ele, o déspota macabro, gritava desesperadamente pela mídia: "Lá vêm os comunistas!!! Vamos matar a todos e o façamos de modo impiedoso...!"
    Os acontecimentos de 1964 até janeiro de 2016, comprovam que foram os que combatiam 'comunistas inexistentes', os que afundaram a economia Br.
    Gritando lá vêm os comunistas, as filiais que usam o modo de produção de transferência de lucros, remeteram para suas matrizes em outros países, cerca de um trilhão e quinhentos bilhões de dólares.
    Mais de metade dessa fortuna saiu do saldo da balança comercial, que poderia ter financiado a expansão do parque industrial brasileiro. Em vez disso, houve uma intensa desindustrialização no Brasil, a ponto de o parque industrial nacional só contribuir com o PIB de 2015, com mais ou menos 10%.
    Gritando lá vem o comunismo, os corruptos reduziram o Brasil a uma republiqueta com seus Amin Dada, Eduardo Cunha... e tantos outros que a Lava Jato ainda está por capturar.
    Tenhamos medo de pagar juros de até 400% ao ano! Pasmemos com os efeitos danosos que os 500 bilhões de juros pagos aos banqueiros pelo governo Br, vão gerar na economia deste ano em curso! Tenhamos medo que o aumento vertiginoso da miséria lance os famélicos em arrastões em massa!
    Os tangedores de comunistas reduziram a economia do Brasil a uma situação de último lugar na América Latina.
    Enquanto essa gente vira Dom Quixote para atacar moinhos de comunistas, nós somos encanadores atrás de tapar os duas grandes sangrias da economia Br: a dos juros mais caros da história do capitalismo, e a sangria multibilionária das remessas de lucros em dólar, só em dólar... E tome crescimento vertiginoso da miséria social!!!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

OS LUCROS REMETIDOS DESMANTELARAM A ECONOMIA MUNDIAL...
por Langstein de Almeida Amorim
À Tonito:
Vamos tomar como exemplo a situação da Basf na China. Essa empresa química é a maior do mundo nesse ramo. No princípio da década de 2000, tentou enfiar uma filial no mercado chinês e não conseguiu. Até o ano 2005, já estavam situadas no mercado chinês, a Dow Chemical americana, a maior empresa química japonesa e a maior da Inglaterra. Aí a Basf resolveu aceitar as regras chinesas,
instalando no território econômico chinês, uma matriz dominada pelos acionistas da Basf alemã.
A Basf não remete lucros para a matriz, mas distribui dividendos com seus sócios espalhados pela Europa. Os dividendos são depositados em yuan na conta bancária chinesa de cada acionista.
O vice-presidente da Diretoria Administrativa da matriz da Basf chinesa, senhor Martin Brudermuller, é um alemão, grande acionista da Basf alemã. Ele adora o ambiente chinês a ponto de se declarar chinês de coração.
O tempo provou que a criação de matrizes dominadas pelos acionistas da matriz originária, torna a todos muito mais ricos. A 2ª matriz no caso da chinesa, tem autonomia de reinvestimento dos lucros. O valor das ações cresce mais do que se fosse uma filial remetendo lucros para a matriz alemã.
A matriz chinesa da Basf já criou mais duas filiais na China. Seu faturamento ultrapassará o da matriz alemã até o ano 2020, avanço que só faz valorizar as ações dos sócios dominadores.
Para um grande acionista, deve ser confortador ser rico na China e na Alemanha.
O dinheiro não tem pátria. Em quantidade razoável, ele converte em boníssima, a qualidade de vida da pessoa em qualquer região do Planeta.
O lucro tem ligação umbilical com a massa salarial que o criou. Essa massa monetária é o atestado de que o lucro contém acumulado, trabalho humano passado. Remetido, o lucro perde sua vocação histórica para se converter em meios-de-produção. Em outro território econômico, ele não encontra brecha para se tornar investimento produtivo.
A empresa matriz só funda uma filial em outro país quando existe em seu caixa, excesso de dinheiro sem possibilidade de reinvestimento, por paralisia da demanda interna. Em decorrência desse fator econômico, o lucro remetido só encontra encaixe na especulação com papéis ou com imóveis.
Esses dois setores, afetos ao setor de serviço, foram insuficientes para absorver um rio Amazonas de lucros remetidos de todas as partes do mundo para os Estados Unidos, Alemanha e Japão, mais precisamente para o USA. A saída foi transformar os Estados com governos corruptíveis, em tomadores obrigatórios dessa massa imensa de lucros remetidos para as matrizes. Para que os governos corruptíveis não fugissem do compromisso, as Constituições desses países adotaram artigos com conteúdo idêntico ao artigo 164 da Constituição de 88. Por esse meio, os países tomadores de empréstimos lançaram no lixo da história, sua soberania econômica.
Veja-se que a dívida publica dos países devedores foi feita entre dois interessados, com o dinheiro de um terceiro, que não fala, não ouve, nem geme. Resultado: a dívida pública de qualquer país devedor incorpora em média 70% de corrupção.
A crise da economia mundial, que explodiu em 2008, decorre da cruel estratégia de terem endividado os Estados, impossibilitando-os de devolver ao setor produtivo, os recursos extraídos do preço das mercadorias.
Os Estados, até os Estados Unidos, não têm condições de quitar a dívida pública, fato que anuncia o agravamento da atual crise mundial. Quase todos os Estados devedores administram uma dívida pública maior do que seu próprio PIB anual. Fazer uma população inteira passar um ano sem gastar um centavo para quitar a dívida pública, engendrada por dois corruptos com o dinheiro de um terceiro, é totalmente impossível...
São poucos os países que não entraram nessa maracutaia: a China, Cuba, a Venezuela e os países escandinavos e mais alguns países de pouca importância econômica. O resta dos países estão segurando com as mãos trêmulas, um artefato nuclear de 10 megatons.
Os lucros remetidos aumentaram a miséria dos países de onde saíram e provocaram o desmantelamento da economia dos países receptores...

VENDEM A MENTIRA NO BALCÃO DA INFÂMIA...

VENDEM A MENTIRA NO BALCÃO DA INFÂMIA...
por Langstein de Almeida Amorim
Os que atacam Lula, ou a FHC, ou a Aécio Neves, ou a Alckmin, ou a Dilma de forma pessoal, querem a continuação da decomposição econômica atual, que se expressa no pagamento de juros aos banqueiros no valor inacreditável de 500 bilhões de reais só em 2015.
Numa economia dominada pelo modo social de produção capitalista científico, esses 500 bilhões teriam retornado ao sistema que transforma porções da natureza em valores-de-uso social.
Esses 500 bilhões para se reinserirem no sistema produtivo que os criou, teriam de ter sido investidos em infra-estrutura material: estadas, pontes, edificações, etc, e em infra-estrutura humana: saúde, educação, moradia, etc.
O retorno dos 500 bilhões ao processo social que os gerou, integra o princípio fundamental da recomposição do valor, para reinício integral da mesma atividade transformativa.
O não-retorno desses 500 bilhões provoca uma retração econômica do mesmo valor, mais o efeito dominó. Essa quantia poderia ter sido substituída por empréstimos bancários, mas só teria efeito produtivo pagando juros máximos de 6% ao ano. Mesmo pagando esses atuais juros de engendrarem falências, não seria possível qualquer empréstimo. Os bancos deram um trancão nos empréstimos...
O retorno dessa quantia mirabolante ao mercado nacional, apenas manteria constante o processo produtivo. Só ao lucro reinvestido, foi-lhe dado a força de expandir a economia.
Exemplo do particular para o geral: uma empresa vende 10 mercadorias de qualidade idêntica, pelo valor unitário de 100 reais. Do preço de cada unidade vendida, o governo federal retira 15% de IPI, no quanto de R$ 15,00; o governo do estado coleta 18% de ICMS, no valor de R$ 18,00 e o município puxa 2% de ISS na monta de R$ 2.00. Total da participação dos governos sobre o preço de cada mercadoria: R$ 35,00.
Informe-se que a alíquota do imposto é a parte social do preço das mercadorias. O restante do preço é a parte do domínio individual sobre a venda da mercadoria.
A corrupção e a sonegação de impostos violentam a trajetória do dinheiro no sentido do retorno ao mercado produtivo.
Se o governo federal não devolve ao mercado nacional, 100 reais dos cento e cinquenta arrecadados pela venda das 10 mercadorias, no próximo giro comercial, uma delas cairá na boia por falta de comprador. Isto significa que o governo não investiu em infra-estrutura, os 100 reais referidos, fato que os excluiu de integrar a massa salarial de consumo.
Todo dinheiro que circula na sociedade saiu da transformação de nesgas da natureza em valores-de-uso convertidos em dinheiro. Por isso, o dinheiro exprime a incorporação do trabalho pretérito. Se o dinheiro não contiver trabalho acumulado, é falso.
Pela abstração exposta acima, logo se conclui que a recessão atual com viés de depressão profunda, foi provocada pelo desvio do dinheiro dos impostos para os cofres dos banqueiros.
Os senhores Lula, FHC, Dilma, Collor, Sarney foram apenas coniventes com o funcionamento do modo de produção de transferência de lucros, conhecido pela alcunha de modo de produção bomba-de-sucção.
Os homens não têm condições de criar um modo de produção social que seja a mola mestra do desenvolvimento moral e material dos povos. Se eles o tivessem, fá-lo-iam em função de seus interesses. Esse pensamento assim tão denso foi escrito por Karl Marx em sua célebre obra: O CAPITAL.
Os banqueiros violaram a sentença de Marx e no pós II Guerra, inventaram o modo de produção de transferência de lucros. Do capitalismo implantado por Getúlio Vargas em 1930, eles excluíram o reinvestimento do lucro, um princípio fundamental ao crescimento da riqueza social.
O neo-liberalismo no Brasil, consolidou sua vitória definitiva na Constituição de 88, ao aprovar os capítulos Da Ordem Econômica e Financeira pelo figurino do Estado mínimo e não intervencionista.
Sem que o Estado pudesse intervir no funcionamento do mercado, os grandes grupos de filiais estrangeiras formaram oligopólios, aniquilando o princípio da livre concorrência. Daí por diante, os preços passaram a ser decididos nas reuniões de gabinete dos oligopólios de cada setor. Eis uma prova do que se afirma: os brasileiros compram nos Estados Unidos, na China ou na Europa Central, produtos 40% mais baratos do que se comprassem os mesmos bens no mercado br. Pagam transporte aéreo, táxi, hospedagem e alimentação e ainda assim saem com um lucro de 40%.
O modo social de produção capitalista introduzido pela Revolução de 1930, sob o comando honesto e patriótico de Getúlio Vargas, vigeu até 1964, quando foi derrubado pela ditadura-militar, impatriótica e extremamente corruta.
Durante 34 anos de atuação do capitalismo científico implantado por Vargas, não houve uma só crise econômica, e o PIB cresceu à taxa média de 5%. Lembre-se que a grande depressão que começou com o crack das bolsas de valor em 1929, perdurou até 1939. Mesmo assim, com muita honestidade, Getúlio Vargas fez a economia crescer ao proteger as cláusulas pétreas e os princípios do capitalismo nacional.
Da implantação do modo de produção de transferência de lucros pela ditadura-militar, até 2015, houve oito crises profundas, sendo a última essa recessão atual. De cada crise, os banqueiros saem mais podres de rico e às vezes, com um Proer nos bolsos largos...
Esse modo de produção inventado pelos banqueiros internacionais sempre se sustentou e se moveu a poder de muita e intensa corrupção. O Congresso Nacional é a instituição mais visada e corrompida pelos miliardários do sistema financeiro.
No campo da economia e da política, as televisões e revistas, criam difamação e injuriam a verdade em busca de manter os banqueiros no Poder, isto é, no comando de seu modo de produção bamba-de-sucção.
O caráter dos mandatários da máfia financeira foi feito com as trinta moedas de Judas. Eles adoram trair qualquer tentativa de crescimento das riquezas do Brasil. Defendem a livre expressão do pensamento, mas censuram a divulgação de nossos textos por qualquer de seus órgãos, impressos e televisivos e por todos os sites abertos na internet. Os blogs hospedados nesses órgãos de divulgação, vetam qualquer tentativa nossa de publicar um simples comentário...
Liberdade de expressão, essa mídia só a defende para sí mesmo. O poder de fazer santo ou satanás é negociado a peso de ouro em pó. A notícia feita de injúria de toda ordem é a mercadoria mais cara, vendida no balcão da infâmia, aos detentores das filiais estrangeiras e de seu modo de produção de transferência de lucros.
Agora a mentira descarada dessa mídia tem que ser tão intensa que chegue ao extremo de anestesiar o estômago vazio de dezenas de milhões de brasileiros. Antes o modo de produção bomba-de-sucção só provocava estagnação econômica, que induzia o surgimento de uma miséria social controlável.
Agora o fundo do abismo econômico vai às pressas entrando para o imprevisível...
Repise-se... O Brasil só poderá proporcionar bem-estar a seu povo, após a implantação, sobre os escombros da velha ordem corrupta, do modo social de produção capitalista científico, o mesmo inaugurado por Getúlio Vargas no rastro da Revolução vitorioso de 1930.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

O BRASIL NÃO SERÁ O CEMITÉRIO MORAL DE SEUS PRÓPRIOS FILHOS...

O BRASIL NÃO SERÁ O CEMITÉRIO MORAL DE SEUS PRÓPRIOS FILHOS...
por Langstein de Almeida Amorim
À Tonito:
Houve um equívoco facilmente corrigível. Na China, é inadmissível uma filial estrangeira instalar-se para remeter lucros para sua matriz.
Os líderes que implantaram o modo social de produção capitalista na China em 1978, com o apelido de Socialismo de Mercado, sabiam que o lucro é o meio através do qual se expande a acumulação pretérita. Sem o reinvestimento do lucro, qualquer processo de produção é arrastado à estagnação. Em pouco tempo, irá à quebradeira pela impossibilidade de concorrer com os empreendedores que pelo reinvestimento, aumentarem a composição orgânica do capital, ganhando produtividade.
Poucos meses antes de assumir a chefia do governo chinês em 1978, Deng Chauping foi interrogado por um dos líderes que o apoiaram na disputa eleitoral com a viúva de Mao Tsé-Tung.
- Presidente! Implantar o capitalismo na China é revirar o cadáver de Mao com o peso da traição - disse o interpelante com o semblante triste.
Com a paciência milenar do chinês, Deng respondeu em tom persuasivo:
- Quem governa à cata do bem-estar coletivo, deve ter a responsabilidade de ser pragmático. Não tem valia a cor do gato. Só nos interessa se ele come rato.
Outro companheiro que participava desse famosa reunião de cúpula do Partido Comunista Chinês, queixara-se:
- Presidente...! E as crises constantes do capitalismo?!
- Essa chaga é fácil de ser curada. É só reduzir os bancos a sua função originária, a de custodiar os depósitos da coletividade e emprestar dinheiro pelo teto máximo determinado pelo governo - ensinou Deng Chauping, o maior vulto chinês depois de Mao Tsé-Tung.
A China esfacelada, paupérrima, dominada pelo Japão, pela Inglaterra e pelos Estados Unidos na figura do governo fantoche de Chiang Kai Shek, deve sua liberdade política ao libertador Mao Tsé-Tung.
A China atual, vitoriosa, triunfante e cultuante dos princípios e cláusulas pétreas do capitalismo cientifico, deve sua pujança econômica à visão e ao patriotismo de Deng Chauping. Um grande homem mudou o destino de um bilhão e quatrocentos milhões de seres humanos.
Nós, brasileiros, fazemos votos ardentes pela aparição de um brasileiro que tenha a visão e o peso moral de Deng Chauping.
A dor do povo ensina as crises econômicas a parirem grandes homens, à semelhança de George Washington, Mao Tsé-Tung, Lenin, Abraham Lincoln, Hugo Chaves, Getúlio Vargas e mais alguns.
O Brasil não será o cemitério moral de seus próprios filhos...
Nós temos de deixar de ser complacentes com os legisladores que vendem seu voto no Congresso Nacional, para produzir leis contra a economia e os direitos sociais de seus próprios compatrícios.
Essa atual casa-de-mãe-joana ainda será uma potência mundial!

domingo, 3 de janeiro de 2016

OS BANQUEIROS NÃO PROVOCARÃO RECESSÃO AO SABOR DE SEUS INTERESSES...

OS BANQUEIROS NÃO PROVOCARÃO RECESSÃO AO SABOR DE SEUS INTERESSES...
por Langstein de Almeida Amorim
À Tonito Almeida:
Em 1889, o Brasil republicano passou do modo de produção escravista para o modo de produção feudal, por acordo entre os barões do café e a elite governante, representada pelo Marechal Deodoro da Fonseca.
Não houve sequer um disparo de peido-de-veia. Ambos os modos de produção referidos acima, tinham por base a exploração do trabalho escravo. No sistema escravista, a força de produção era extraída do trabalhador escravo, um bem material tão despido de direitos quanto um burro velho todo ovado. No sistema econômico feudal, o trabalho era sacado do servo que era uma coisa móvel ligada ad infinitum à terra do latifundiário. Esse servo não dispunha de direito algum à semelhança do escravo africano...
A Grâ-Bretanha sempre forçava D. Pedro II a adotar o modo de produção capitalista. O Rei tentava obedecer, mas sempre prevalecia a velhacaria da elite política do Império. O senado chegou ao ponto de aprovar uma lei introduzindo o modo capitalista no território do Império brasileiro. Foi um deus-nos-acuda no arraial dos barões do café com leite, e nos campos dos coronéis do algodão, do cacau e da cana-de-açúcar... Essa lei terminou virando a 'Lei pra inglês ver'.
Fazia 400 anos que o modo de produção feudal tinha sido substituído pelo modo de produção capitalista soberano. O embaixador inglês não sabia nada da constituição do modo feudal de produção.
Novamente prevaleceu a velhacaria dos políticos feudalistas. O Marechal Deodoro, como representante dos Eduardo Cunha, dos Renan Calheiros, dos Temer, dos Lula, dos FHC, dos Sarney de antão, prometeu ao embaixador inglês que iria adotar o modo feudal enquanto o Estado daria um destino nobre aos ex-escravos. Tudo enganação...
Passaram-se 41 anos e a promessa vinha sendo adiada enquanto os barões e os coronéis assaltavam o tesouro do Estado feudal.
O governo feudal resistia a poder de muito fogo, a qualquer rebelião para derrubá-lo. Os 18 do Forte de Copacabana, que saíram pela avenida Beira-Mar, num gesto simbólico de revolta contra o governo feudal, foram metralhados impiedosamente. Nesse morticínio, foram assassinados 16 heróis. Salvaram-se apenas Siqueira Campos e o brigadeiro Eduardo Gomes. A Coluna Prestes foi um movimento armado contra os privilégios dos barões do café com leite e dos coronéis do interior do Brasil.
Com a Revolução de 30, liderada pelo estado do Rio Grande do Sul, e apoiada por Minas Gerais e pela Paraíba, o modo de produção capitalista soberano foi implantado por Getúlio Vargas.
Em 1932, os barões do café pegaram em arma para derrubar Getúlio Vargas, e em consequência, reimplantar o modo de produção feudal. Foram esmagados no espaço de poucos meses, deixando um rastro de sangue de 964 mortos. A essa tentativa de retorno ao feudalismo, os barões apelidaram-na de 'Revolução Constitucionalista"...
Pelo fortalecimento do modo de produção fundado na compra da força-de-trabalho de homens juridicamente livres, Getúlio Vargas fez muito mais do que todos os presidentes que atuaram de 1955 a 2015.
Depois da imposição da ditadura-militar em 1964, o Estado brasileiro passou adotar com muito zelo e dedicação, o modo de produção de remessas de lucros, que ganhou de presente... poder remeter para suas matrizes, 100% dos lucros arrancados do mercado nacional (decreto-lei 4.390).
Para efeito de comparação, no governo anterior ao Golpe, do senhor João Goulart, as filiais estrangeiras só podiam remeter 8% de lucros.
Depois veio a lei anti-isonômica, de nº 9.249, sancionada por FHC, isentando de qualquer imposto, as filiais estrangeiras, criando por meio desse lei, um tipo de concorrência extremamente desleal. Depois apareceu a 'lei de responsabilidade fiscal', que teve a audácia de violar a Constituição de 88, para dar prioridade aos créditos dos banqueiros sobre o recebimento de salários. Essa lei de péssima qualidade social ainda inventou o superávit primário, uma forma de pagar os juros aos banqueiros sem que seu quanto entre como gastos do governo. Essa é uma forma sutil de colocar o pagamento dos juros à frente de qualquer despesa do governo, mesmo os gastos referentes a salário, educação e saúde. Seria o dono de casa pagando em primeira mão, os juros de sua dívida sem que esse dinheiro constasse como despesa no final do mês.
Se o dinheiro for curto, o Estado Federal ou os estados reginais pagarão primeiro aos banqueiros, para só depois pagar aos trabalhadores, se... sobrar dinheiro. Exemplo: o Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e outros estados bem próximo de entrar na fila, juntamente com dezenas de cidades que não podem pagar os salários de seus trabalhadores, por já terem pago primeiramente a dívida dos banqueiros cuja totalidade é constituída de cerca de 75% de corrupção com os governos federal, estaduais e municipais e principalmente com o Banco Central...
Tanto privilégio atribuído aos senhores banqueiros, com certeza custou milhões de dólares em maracutaia...
A mais imoral de todas as leis editadas no atual Estado elitista, fora sem dúvida a Emenda constitucional de nº 40, que revogou o artigo 192 que limitava a cobrança de juros ao teto de 12% ao ano.
Durante os 20 anos de Getúlio Vargas no Poder, os juros ao comércio e à pessoa física eram de 6% ao ano; para investimento no processo produtivo, os juros eram de 3% ao ano.
A Emenda nº 40 revogou o poder do Banco Central sobre os bancos, que passaram a cobrar os juros mais caros da história do homem, chegando ao cume de 400% ao ano.
O resultado dessa liberdade dissoluta se expressa na inadimplência de 58 milhões de brasileiros. A transferência de riqueza da massa salarial e do investimento público e do privado para os cofres dos banqueiros, plagia o rio São Francisco em momento de fúria, desaguando no mar...
Com a balança comercial deficitária, com o investimento direto-estrangeiro mixado e com o balanço de pagamentos no vermelho intenso, os banqueiros perceberam que as fontes alimentadoras das bilionárias remessas de lucros para o exterior, haviam secado.
Somado esse instante de 'vacas magas' aos 58 milhões de inadimplentes, os banqueiros visualizaram o esgotamento do modelo de transferência de lucros, o mesmo cognominado de modo de produção bomba-de-sucção. Aí apelaram para a violência ao trancar de supetão, todo crédito antes proporcionado à produção, ao comércio e à pessoa física, sem esquecerem de autorizar a mídia televisiva e impressa a fazerem terrorismo recessivo.
Só os juros do crédito consignado em folha de pagamento, conhecidos por agiotagem sem risco, permaneceram à disposição da clientela aposentada e da clientela com estabilidade no trabalho.
Ao reimplantarmos o modo de produção capitalista soberano, não haveremos de permitir que os banqueiros permaneçam com o poder de provocar uma recessão econômica, quando esse crime de magnitude social for conveniente a seus interesses.
Todas as crises econômicas com sua fieira incalculável de desempregados e famélicos, que aconteceram no decurso do século XX até 2015 do século XXI, foram geradas pela ambição hiperbólica dos donos do sistema financeiro internacional. Isso acontece porque os governos julgam mais cômodo e seguro fazer corrupção com os banqueiros do que com empreiteiras eventuais... O fardo de dinheiro da corrupção não passa pelo Estado governado pelo corrupto. Vai direto da matriz do banco corruptor em outro Estado, para um dos Paraísos Fiscais.
Tire-se a mídia quinta-coluna do domínio dos banqueiros, que todo poder deles logo ficará reduzido ao de agiotas de esquina...